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Super Detective in the Fictional World – Capítulo 223

Parceiras Naturais

Luke só podia dizer: — Não use este casaco no trabalho.

Selina perguntou: — Você acha que sou idiota que irá trabalhar com um casaco que vale mais de dez mil? Não sou uma celebridade.

Luke pensou por um momento e percebeu que fazia sentido.

Selina mudou de assunto de repente: — Você não tirou nenhuma foto desta vez? As fotos da Elena da última vez foram muito lindas.

Luke riu: — Não. Vegas não tem nada de especial e sou um fotógrafo terrível.

Selina lembrou de quão linda as fotos de Elena eram, vendo porque ela era uma estudante de arte e lembrando de quão monstruosas as fotos de Luke eram.

O que não sabia era que Luke tirou muitas fotos quando vagou por Vegas com as duas garotas, mas os cartões SD estavam no seu inventário, então era impossível mostrá-las.

O avião logo aterrissou em Los Angeles. Eles foram para casa na viatura de Luke, que foi deixada no estacionamento do aeroporto.

Selina tirou seu novo casaco no momento que chegou em casa e pendurou cuidadosamente o precioso tesouro no seu closet.

Todas as suas roupas e sapatos combinados não custavam tanto quanto o casaco; é claro que ela precisava tomar cuidado.

Luke jogou sua mala no quarto e ligou para Elsa: — Chefe, só estou ligando para você saber que voltei.

Elsa falou: — Bem, você certamente aproveitou cada segundo dessa folga, não é?

Luke riu.

Com mais de três milhões em dinheiro legal e após se divertir com as duas dançarinas apaixonadas e flexíveis, certamente não estava com pressa para voltar ao trabalho.

Após reclamar um pouco, Elsa foi imediatamente aos negócios: — É bom que tenha voltado. Venha amanhã cedo. Tenho dois casos para você.

Luke não pediu sobre detalhes porque estava com medo de que Elsa não fosse capaz de parar de falar se perguntasse.

— Tudo bem, chefe. Vou chegar no seu escritório meia hora mais cedo. Tente dormir um pouco, ou pode ter olheiras. Boa noite! — Luke rapidamente desligou.

Elsa quase engasgou. Não pôde deixar de olhar para si no espelho que estava na mesa, só para colocá-lo de face para baixo imediatamente: — Não, tenho que descansar o bastante ou ele definitivamente vai zombar de mim amanhã.

Ela estava ocupada no trabalho porque acabou de ser promovida — ela tinha que se provar digna de sua nova posição.

Logo, Luke tomou um banho e disse boa noite para Selina. Ambos foram dormir.

Numa certa suíte no Hotel Caesars Palace, Trinity acordou.

Ela se sentiu muito confortável. O lençol branco e a colcha eram tão boas em seu corpo nu que não queria se mover.

Com os olhos meio fechado, ela cochilou por um tempo e sorriu de repente quando lembrou da maneira de como a travessura brilhou nos olhos de um certo alguém.

Quando se encontraram pela primeira vez, pensou que ele era um bom rapaz que era solene de natureza.

Mas após dois dias, descobriu que havia um brincalhão oculto por baixo de sua aparência gentil, o que o tornou mais amável.

Lembrando dos últimos dois dias, riu de vez em quando distraidamente.

De repente, sentiu alguém chegar perto para abraçá-la.

 Trinity abriu os olhos impotentes: — Lanchi, você não disse que não aprenderia do Luke?

Próximo dela, Lanchi também acordara e sorriu para Trinity.

Ouvindo o que ela disse, Lanchi rapidamente inclinou a cabeça, travessura era emitida em seu olhar.

Trinity caiu na gargalhada e lutou, mas foi em vão.

Ela estava muito exausta, como se tivesse corrido uma maratona. Realmente não tinha força restante.

Lanchi, por outro lado, ainda tinha um pouco de energia, e naturalmente, podia brincar quanto quisesse.

Só foi após trinta segundos que Lanchi finalmente soltou Trinity, que estava quase chorando de rir. Ela então perguntou: — Por que seus lábios são tão doces?

Trinity ficou com raiva: — Por causa do sorvete de creme e chocolate que você comprou. Definitivamente vou engordar.

Lanchi riu e perguntou: — Você não gostou?

Sem palavras por um momento, Trinity admitiu: — Tudo bem, eles não são ruins.

Lanchi fez beicinho e a confortou: — Quando voltarmos, você pode treinar mais para perder as calorias.

Trinity assentiu: — Tudo bem. Você sempre é espertinha. Hã? Espera, o que é isto? — Na luz fraca, algo brilhou na orelha esquerda de Lanchi. Embasbacada, Trinity estendeu a mão para tocar.

Trinity ficou atordoada: — Desde quando você colocou um brinco?

Como dançarinas, elas mal usavam acessórios porque era inconveniente.

Enquanto saíam com Luke, elas nunca retornaram para a sede e não tinham nada além dos celulares e bolsas.

Sorrindo, Lanchi se levantou e ligou a lâmpada, que iluminou a cama.

Lanchi deitou na cama de novo: — Não sou só eu. Você também não está usando um?

Trinity tocou subconscientemente na sua orelha direita e sentiu algo frio.

Lanchi afastou a mão dela com um sorriso: — Vou tirar o seu e você tira o meu.

Um momento depois, estavam segurando o brinco embasbacadas.

Isto… Tinha que ser um presente de despedida de um certo alguém, certo? Mas por que deu um brinco para cada ao invés de um par?

Além disso, elas perceberam que os dois brincos pertenciam ao mesmo par.

O que significava isso? Ambas murmuraram.

No final, Lanchi revirou os olhos quando se levantou. Rindo, enunciou para Trinity: — Você não entende? Ele obviamente está implicando que somos um par.

Trinity ficou confusa: — Hã? Sério?

Lanchi respondeu: — É claro. Caso contrário, ele poderia ter dado um par para cada uma de nós, certo? Hm. Deixe-me olhar em volta. Esse cara gosta muito de truques. — Então, após procurar por um tempo, voltou com sua bolsa.

Sentando-se na cama, abriu a bolsa e procurou dentro.

Havia um espelho, batom labial, kit de maquiagem, um lápis de sobrancelha, pinça de sobrancelha, máscara, um cartão chave e alguns cartões, moedas e notas.


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