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Super Detective in the Fictional World – Capítulo 225

Velho Amigo de um Velho Amigo

Se fosse outro detetive realizando a investigação, Sheerah provavelmente não diria nada no caso de rumores começarem a espalhar.

Luke perguntou: — Então, o que quer que eu faça?

Elsa respondeu: — Descubra por que estão causando confusão em nosso distrito. O melhor seria se puder capturar alguns bandidos para podermos colocá-los na cadeia por alguns meses para ensinar uma lição.

Luke assentiu: — Entendido. Você conversou com a Sheerah?

— Sim, conversei. Se precisar de apoio, apenas ligue — disse Elsa, que viu que Selina já estava ansiosa para investigar.

Luke assentiu: — É claro. Você sempre será o escudo mais forte que nos protege, chefe.

Elsa retrucou: — Pare de brincar e vá trabalhar.

Sem palavras, Luke colocou um saco de papel na mesa e falou: — Não me sinto feliz em te dar meus cupcakes agora que disse isso. Estamos saindo. Estaremos em contato.

Após saírem, Elsa rapidamente escondeu o saco de papel na última gaveta da mesa.

Quando Luke trouxe cupcakes antes, ela nem tinha seu próprio escritório ainda e seus amigos sem vergonha roubaram até restar só um.

Ela sabia melhor agora e escondeu para que tivesse algo para comer quando estivesse ocupada demais para comer direito.

Dar a sua chefe os cupcakes como presente não era grande coisa para Luke.

Afinal, isto fazia pouca diferente se estava cozinhando trinta ou cinquenta cupcakes por vez. Só precisava de dez a quinze minutos de preparo antes de colocar os cupcakes no forno.

Os ingredientes custavam menos que fast food, mas os cupcakes certamente eram inigualáveis para aqueles que não tinham tempo para cozinhar.

Eles com certeza não podiam ter um gosto ruim ao julgar pelo quanto Selina elogiou.

É claro, Luke encontrara uma infinidade de receitas online e mudava de sabor todo dia no caso de Selina enjoar dos cupcakes — se é que enjoaria…

Saindo do departamento de polícia no seu carro, Luke partiu para Beverly Hills.

Ele estava dirigindo porque Selina teve que classificar e ler para ele, como uma secretaria, então não podia dirigir.

Ela também tinha o contato de Sheerah, geralmente ocupada demais para encontrar alguém se um agendamento.

Todavia, eles com certeza conseguiriam vê-la hoje, porque Elsa avisou noite passada.

Quando chegaram na mansão de Sheerah, Luke estava preparado para mostrar ao segurança seu certificado de policial.

Diferente da maioria das vezes em que simplesmente mostrava o distintivo, ele achou que o certificado seria necessário por estar encontrando uma grande estrela.

Como resultado, não teve que mostrar nenhum antes de entrar.

Ele ficou surpreso. O chefe de segurança, que seguira Sheerah e Luke quando examinaram a mansão da última vez, claramente se lembrava do jovem.

Sheerah recebeu Luke na porta, que o deixou ainda mais surpreso. Ele se perguntou por que Sheerah estava sendo tão amigável.

Após sentarem, Sheerah não pôde deixar de perguntar: — Aquele rapaz, Bobby… Está bem?

Luke ergueu a sobrancelha: — Ele está perseguindo você novamente?

Sheerah balançou a cabeça rapidamente: — Não. Mas não ouvi nada sobre ele faz um tempão, então…

Luke riu.

Ela claramente estava desconfortável agora que a pessoa que vinha a perseguindo regularmente desapareceu de repente.

É claro, não era como se Sheerah estivesse sofrendo de síndrome de Estocolmo — Ela só queria certificar que Bobby ainda estava sob controle de Luke.

— Encontrei algo para ele fazer. Ele ficará ocupado pelos próximos dias, não precisa se preocupar — respondeu Luke.

Sheerah ficou muito aliviada, porém, percebeu que não deveria ser óbvia demais sobre isto. Ela falou rapidamente: — Vocês querem algo para beber? Café? Meryl, por favor, deixe os detetives saberem o que temos.

Luke perguntou: — Você tem chá-verde? Se não tiver, água com gás está bem para mim.

Selina seguiu: — Gostaria um copo de chá com leite ou um cappuccino.

Meryl assentiu respeitosamente e foi para a cozinha preparar as bebidas.

Sem perder tempo, Luke disse: — Srta. Sheerah…

Sheerah levantou a mão: — Não precisa ser educado. Você trabalha com a Elsa e me fez um enorme favor, então é um amigo. Você pode me chamar por Sheerah.

Luke assentiu: — Okay, Sheerah. Vamos focar nos negócios. O que há com aqueles traficantes? Você tem certeza de que não os conhece pessoalmente ou de outra maneira?

Sheerah balançou a cabeça rapidamente: — Não, eu…

Hesitando por um longo tempo, finalmente continuou em voz baixa: — Antes, bem, você sabe que o Bobby estava realmente me incomodando, certo? Então…

Luke a interrompeu: — Eu sei. Então?

Sheerah prosseguiu: — Mas realmente nunca entrei em contato com aqueles gângsters da WD-36. Elsa me contou uma ou duas coisas sobre eles e tenho certeza de que nunca os encontrei antes.

Luke e Selina se entreolharam, nada convencidos.

Os seres humanos eram criaturas estranhas, que muitas vezes mentiam subconscientemente, mesmo que não fosse desnecessário.

Talvez porque não queriam falar sobre isto, ou talvez só por diversão, eles distorceriam os fatos até suas memórias mudarem de acordo.

Foi também por isso que o tempo era essencial numa investigação. Quanto mais atrasava, menos confiável eram as memórias de testemunhas oculares importantes.

Pensando por um momento, Luke perguntou: — Você tem algum suspeito? Quero dizer, alguém que acha que pode ter te colocado nesta bagunça, incluindo, mas não limitando a conhecidos, vizinhos e amigos.

Sheerah hesitou de novo. Naquele momento, Meryl serviu o chá-verde e o cappuccino. Após Meryl sair, Sheerah respondeu baixinho: — Suspeito que seja aquela casa que os atraiu.

Luke ficou surpreso que ela tinha um suspeito.

Mantendo a voz baixa, Sheerah continuou: — Acho que aquela é a casa onde a filha do presidente da Fundação Tiger vive.

Luke e Selina ficaram atordoados.

Luke contou a Selina sobre o caso de Katie antes, incluindo a pequena confusão causado por Jenny, a filha do presidente da Fundação Tiger.

Esta foi uma lição de vida para Selina.


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