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Super Detective in the Fictional World – Capítulo 367

Steve: — Acho que ainda posso ser salvo

O sangue era do homem chamado Steve.

Quanto ao sangue de cachorro, deveria ser do cão que pertencia às crianças da cidade abaixo da montanha.

Luke não entrou na cabine. Ao invés disso, rastreou rapidamente o sangue de Steve na floresta.

Os cheiros de Janet e Annie estavam misturados com o cheiro do sangue de Steve.

Annie ligou para Luke provavelmente porque o casal pediu por ajuda.

Quando ele falou com Annie, Luke mencionou que era um policial e instrutor de segurança do acampamento da Escola Nº 37.

Se ela chamasse o 911, levaria uma eternidade até os policias chegarem.

Esta não era uma idade, mas a floresta numa montanha e os policiais tinham motivos para ter cuidado com acidentes.

Luke se moveu rápido. Cobriu várias centenas de metros rapidamente e parou na frente de uma cabana dilapidada perto de uma piscina.

Ele se aproximou e sussurrou: — Annie, não faça nenhum som. É o Luke.

Annie ainda soltou um pequeno grito de surpresa, mas engoliu a força o som no meio.

Luke então abriu a porta surrada e entrou.

A situação dentro estava bem sombria.

O corpo de Steve estava sangrando no chão, medo e desespero em seu olhar.

Quando Luke entrou na cabana, ele tremeu por um momento, claramente com medo.

Janet repetiu apressadamente perto do ouvido dele: — É o Luke. Ele é um policial.

Com esperança nos olhos, Steve olhou para o estranho.

Contudo, já não conseguia mais falar. Seus lábios trêmulos estavam pálidos, sugerindo a perda de sangue massiva.

Janet e Annie também estavam cobertas de sangue, mas não estavam feridas. O sangue era de Steve.

Luke se aproximou e ligou uma pequena lanterna para examinar as feridas de Steve.

Um momento depois, entregou a lanterna para Annie segurar e franziu a testa: — Quem fez isto?

Janet respondeu, sua voz trêmula: — Foram aquelas crianças.

Luke indagou: — Aqueles cinco garotos e a garota com o cachorro da cidade?

Janet assentou: — Sim, eles.

Luke já havia tirado os suprimentos médicos da mochila. Ele colocou as luvas de Borracha e começou a cortar o pano perto das feridas de Steve, então perguntou de novo: — Por que fizeram isto? — Steve estava gravemente ferido, mas não foi uma única ferida de apunhalada.

As crianças de cabeça quente tendiam a atacar com mais descuido sem considerar as consequências. Foi por isso que muitas vezes as pessoas morriam.

No entanto, Steve tinha uma dezena de feridas por todo o corpo, alguns que eram tortas e se sobrepunham.

Isto sugeria que ele não foi esfaqueado, mas cortado de uma maneira lenta. Aquele que fez isto até pausou e cortou na mesma área várias vezes.

Para ser franco, era mais como torturar alguém até a morte ao invés de puro assassinato.

As feridas eram aterrorizantes.

Esperança cintilou no coração de Janet quando viu Luke começar a tratar Steve e falou o que aconteceu: — Eles… Eles roubaram nosso carro. Procuramos por ele e o Steve encontrou onde plantaram maconha. Ele então tentou pegar o carro de volta e as crianças soltaram o cachorro. Steve foi mordido e o pegaram… Então, eles o amarraram e fizeram rodadas para cortá-lo…

Luke simplesmente ouviu e não interrompeu.

O que Janet contou pode não ser necessariamente a verdade, ou nem toda a verdade.

Entretanto, ele detectou o cheiro de uma quantidade mínima de maconha fresca em Steve e Janet.

Annie acrescentou que Janet veio pedir ajuda com o ferido Steve e quando estava ligando para Luke, os garotos vieram atrás deles.

Com o lembrete de Annie, Janet descartou as roupas que estava usando para estancar o sangramento de Steve em outra trilha.

Após isso, as duas ajudaram Steve a entrar nesta velha cabana escondida das crianças que estavam os caçando.

Do que falaram e o que estava vendo, Luke chegou numa conclusão aproximada.

Steve e Janet podem ter entrado num confronto com as crianças, mas isso não justifica a maneira que torturaram Steve.

As crianças normais iriam até seus pais ou a polícia, e não capturariam seu inimigo e faziam rodadas para cortar com uma faca.

Nenhuma criança normal podia ser tão brutal.

Enquanto Luke estava pensando nisto, seus movimentos aceleraram.

Após dar analgésicos a Steve, ele lavou as feridas de Steve e envolveu com bandagens.

Esta foi uma medida temporária para impedir o sangramento.

A boa notícia era que as artérias principais de Steve não foram cortadas, então ainda pode viver se chegar no hospital a tempo.

Após Janet contar o que aconteceu, Luke perguntou a Annie: — Aonde está seu tio, Stephen?

Era muito incomum Stephen não impedir as crianças, como o dono do acampamento.

Embora Stephen estivesse sozinho, tinha uma velha espingarda na sua cabine, que devia ser o bastante para ameaçar algumas crianças.

Annie balançou a cabeça: — Aquelas crianças parecem ter destruído outra fiação. Ele saiu de tarda para checar, mas não voltou.

Luke ficou sem palavras.

Estas crianças malditas eram problemáticas de verdade.

— A picape no acampamento ainda está lá? Você tem a chave? — perguntou Luke.

Annie respondeu: — Está lá. A chave está na parede perto da porta da sala de estar.

Luke tratou rapidamente as feridas de Steve e falou: — Aguenta aí. Vou te ajudar a se mover.

Steve só conseguiu assentir para mostrar que entendeu.

Luke o ajudou a ficar de pé com a mão esquerda: — Vamos lá. Pegaremos o carro e enviaremos o Steve ao hospital.

Janet expressou: — Mas aquelas crianças…

Luke sacou a Glock do coldre com a mão direita: — Se alguém apontar a faca para mim, dispararia feliz em alguns suspeitos que atacam um policial.

Somente então Janet entendeu: — Você…

Annie explicou apressadamente: — Ele é um policial.

Luke não podia se incomodar em tirar seu distintivo no momento.

Se Janet suspeitasse do homem que ajudou a salvar a vida do seu namorado, ele simplesmente a deixaria para trás. Janet, no entanto, agradeceu rapidamente: — Obrigada, Luke.

Luke simplesmente assentiu e falou para Annie: — Ficarei de olho. Não entre em pânico e só me segue.

— Okay — Annie assentiu.

Os quatro saíram da cabana.

Houve uma explosão de trovão no céu sombrio e começou a chover.

Sem hesitação, Luke simplesmente disse: — Vamos lá.


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