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Super Detective in the Fictional World – Capítulo 405

Novos Vizinhos, Velhos Vizinhos

Luke contou aos oficiais para checar se o que o “ladrão” falou era verdade e se era, poderiam deixá-lo ir após registrar sua declaração.

Quando chegasse a hora, o que este “ladrão” fez seria considerado uma pegadinha no máximo, e não havia necessidade de fazer grande caso disso.

Já eram onze no momento que terminaram o interrogatório, então ambos decidiram sair do trabalho e almoçar.

Após deixar uma comida de viagem com Elsa, eles foram para casa.

Estes dois dias poderiam ser considerados feriados para Luke e Selina.

Não havia grandes casos e não precisavam levar os casos menores a sério. Afinal, Elsa não os checariam.

Passando pela vizinhança no caminho de casa, viram um homem e uma mulher sair em dóis carros separados que estavam estacionados próximo a uma casa com uma placa “À Venda”.

A jovem correu para os braços do homem.

Luke sussurrou: — Uau, que mulher linda veio para nossa vizinhança.

Selina olhou para ela com inveja: — Suas pernas longas são realmente lindas.

Naquele momento, o homem levantou a jovem, que estava usando um vestido branco e girou em um meio círculo, permitindo Luke e Selina vissem as pernas perfeitamente longas e de tirar o fôlego.

Selina tinha 1,77 de altura, o que definitivamente não era baixo para uma mulher. Ela também tinha um corpo lindo e saudável com músculos e linhas suaves. Se suas fotos fossem postadas online, absolutamente haveria reclusos em casa lambendo suas telas.

Porém, suas pernas não eram tão altas quanto desta mulher.

A maioria das mulheres não tinha panturrilhas longas.

Até para a mesma altura, suas panturrilhas não a fariam parecer mais alta.

Selina suspirou e então pensou em algo: — Aquela é a casa da encrenqueira?

Luke olhou para a casa, mas não tinha uma grande impressão dela.

Seu interesse era culinário, mas quando se tratava das outras tarefas domésticas e lidar com vizinhos animados, isso foi deixado para Selina.

Ele não tinha paciência para lidar com vizinhos insípidos, mas nesta vizinhança de classe média, um bom relacionamento com os vizinhos tornaria a vida um pouco mais fácil.

Caso contrário, alguém que não gostava dele poderia encontrar uma oportunidade para reportá-lo ao comitê da vizinhança.

Havia muitas pessoas assim que não fizeram nada e não era incomum chamarem a polícia quando pensavam que seus vizinhos estavam agindo com suspeita.

Luke não ficou com medo da polícia. Era só que odiava dores de cabeça sem sentido.

Ele perguntou casualmente: — Há uma encrenqueira?

Selina revirou os olhos: — Eu que preciso lidar com aquelas mulheres irritantes desta vizinhança! Quando você se importou com nossos vizinhos? Meg era dona daquela casa. A encontrei algumas vezes e sinto vontade de atirar nela sempre que ela falava.

Luke virou a cabeça: — Meg? Lembro dela. Ela pode não ser muito amigável, mas não é uma viciada ou alguma megera, certo?

Selina suspirou: — Não, ela não, mas você sempre pode sentir seu ar esnobe quando conversa com ela.

Luke achou isso estranho: — Esnobe? Com você?

Ele não ficou nada convencido.

Havia muitas mulheres de aparência extraordinária nesta vizinhança. Afinal, todos nesta vizinhança de classe média se orgulhavam de aparências e não apresentariam uma aparência feia.

No entanto, poucas podiam se comparar com Selina, exceto pela mulher do vestido branco de instantes atrás.

Segundo, a casa em que Luke morava era uma das melhores da vizinhança.

A casa que Meg estava vendendo, no entanto, não era ruim, valia apenas 550 mil dólares, enquanto a de Luke valia pelo menos 1 milhão.

Independente da casa, aparência, temperamento ou renda, Meg, que era apenas uma dona de casa comum, estava muito abaixo de Selina.

Luke não conseguia entender onde está mulher ganhou confiança para desprezar Selina.

Selina deu de ombros: — Sabe, é o jeito estranho e incisivo que elas falam, e como são cheias de si. Muitas donas de casa aqui conversam assim. É nojento.

Luke entendeu.

Algumas donas de casa de classe média gostavam deste tipo de conversa velada e crítica.

Porém, não tinha como uma mulher direta e sincera como Selina poder achar isso legal.

Ele a consolou com um sorriso: — Está tudo bem. Se não puder tolerar, apenas diga para ela cair fora. Não é como se dependêssemos dela para viver.

Selina assentiu e exclamou de repente: — Karen está espiando os novos vizinhos agora?

Luke ergueu a sobrancelha: — Karen Gaffney? A designer de interiores?

Selina assentiu impotente: — Sim. Quando ela vai parar com suas teorias da conspiração? É porque sua vida casada é entediante?

Luke não pôde deixar de esfregar a testa também.

As casas nesta vizinhança foram organizadas em um círculo. Elas pareciam lindas, mas o tamanho da terra era limitado.

A casa de Luke estava na periferia, e o gramado na frente e atrás da casa cobria 400 metros quadrados. Era muito mais silencioso, sem prédios próximos.

Foi por este motivo que Luke e Selina não tiveram muito contato com os outros moradores da vizinhança.

Como policiais, eles também saiam cedo e retornavam tarde, e focavam no treino quando chegavam em casa. Eles não tinham tempo para participar de nenhuma reunião de vizinhança.

Por enquanto, eram como transeuntes na vizinhança e mal interagiam com alguém.

Porém, havia uma exceção — Jeff Gaffney e sua esposa, Karen Gaffney.

Jeff trabalhava no departamento de RH de uma grande empresa. Por causa de sua personalidade e emprego, gostava de conversar.

Ele também era bem refinado e sempre cumprimentava Luke com um sorriso quando o via no caminho.

Embora Luke não estivesse interessado em sair com os vizinhos, não desgostava muito deste tipo de sujeito legal e sincero. Após alguns meses, Jeff se tornou o vizinho que Luke estava mais familiarizado.

Jeff o convidou para as reuniões da vizinhança muitas vezes. Embora Luke rejeitasse discretamente toda vez, Jeff nunca levou na ofensiva.

Ele simpatizava com o horário ocupado de Luke e falou que podia conversar com ele se estivesse sob muito estresse.

Luke apreciava suas boas intenções, mas não tinha como falar com alguém sobre seu estado mental.

Jeff era um bom sujeito, e sua esposa, Karen, também não era uma má pessoa. Ela era muito melhor que a irônica Meg.

Karen era uma dona de casa e designer de interiores que trabalhava de casa.

Talvez, teorias da conspiração fossem a maior fonte de felicidade em sua vida chata, pois imaginava muitas possibilidades empolgantes para animar seus dias monótonos.

Isso mesmo. Esta Karen era precisamente a vizinha que quase chamou a polícia para investigar Luke e Selina.


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