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Supreme Harem God System – Capítulo 933

Reunião na cidade (2).

— No começo, o Lorde Aragorn não acreditou no que falei, até eu não conseguia acreditar quando vi aquilo e queria desesperadamente acreditar que era um mal-entendido. Esse também foi uma parte do motivo de tê-lo contatado.

— Para convencê-lo, até assinei um contrato.

— Um contrato?

Oberon estreitou os olhos.

— Um contrato declarando que, se minhas dúvidas sobre minha Irmã Rune estar envolvida com o povo falcão fossem sem fundamento algum, perderia os direitos de me tornar sucessor e apoiaria ela com tudo que tenho.

Felix respondeu e todos no salão ofegaram de novo.

Assinar um contrato…

De novo, qualquer coisa envolvendo a Ordem Ancestral era feita com cautela e planejando absolutos. Assinar um contrato era grande coisa…

Especialmente quando as condições eram de desistir do direito de se tornar o próximo Lorde da Cidade.

— Você parecia certo de que a Rune estava envolvida com o povo falcão. — Oberon estreitou os olhos quando comentou.

— Não estava. Honestamente, esperava estar errado.

Felix respondeu.

— Você não deseja herdar minha posição? — Oberon indagou com curiosidade.

— Isto era algo mais importante que a pequena luta interna na nossa família, pai.

— Honestamente, no fundo, sempre acreditei que a Irmã Rune era melhor candidata e merecia ser a próxima governante.

Felix respondeu e sua expressão então mudou.

— Porém, logo, meus pensamentos mudaram.

Oberon e todos os representantes dos clãs focaram em Felix, esperando-o continuar.

— Comigo assinando o contrato, o Irmão Aragorn decidiu me ajudar. Não havia nada a perder para ele. Ele confiava na Irmã Rune, igual a mim.

— Eu falei para manter isto em segredo da Rune e ele concordou.

— Pelas suas costas, Aragorn decidiu ir procurar no quarto da Irmã Rune e, para o seu e o meu horror, descobriu algo.

— Cartas trocadas com a Cidade do Falcão Skythorn, datando de mil e quinhentos anos. A Irmã Rune… estava envolvida com a Cidade do Falcão Skythorn por mais de mil e quinhentos anos.

Felix expressou e os líderes não conseguiram acreditar no que estavam ouvindo.

Especialmente os líderes que apoiavam Rune, eles olharam para Aragorn, mas ao vê-lo parado enquanto cerrava os punhos e mandíbula como se tentasse conter a raiva e como estava ferido, perceberam que tudo que Felix disse era verdade.

Eles sabiam disto.

Este era o homem que deu a vida trabalhando pela esposa, reunindo poder político no seu lugar, fazendo tudo que podia por ela. Ele era o homem mais devoto, que amava sua esposa com tudo que tinha.

Se este homem estava parado com aquela expressão enquanto alguém falava sobre a traição de sua esposa, então definitivamente era verdade…

Expressões complicadas apareceram nos rostos dos líderes.

Pensar que Rune faria algo assim…

Eles estavam confusos e não conseguiam entender o motivo de fazer isso, só que, por enquanto, decidiram ouvir a história completa.

— Quando o Irmão Aragorn encontrou estas cartas, ficou horrorizado.

— Ele me contatou com urgência, mas ao invés de me encontrar na mansão da cidade, onde pensava poder ser pego pela Irmã Rune, me chamou para um local recluso que esta não conhecia. Vendo como estava agindo, entendia a urgência da situação e decidimos nos encontrar naquele local.

— Esse foi nosso erro. Acabou que a Irmã Rune não manteve as cartas sem proteção. Elas foram “marcadas”.

— A Irmã Rune fez isto para que fosse alertada e encontrasse as cartas sempre que fossem movidas. Ela nos encontrou no lugar e nos atacou.

— Obviamente, a Irmã Rune era mais forte que nós. Não tínhamos chance contra ela. Eu até queimei minha Força Vital para tentar lidar com ela, mas como esperado, ela ainda aguentou.

— No final, fui forçado a usar meu trunfo, a Mandíbula Devoradora, um artefato de décimo primeiro grau. Um veneno que devora a carne continuamente. Comigo queimando a Força Vital e o artefato, finalmente consegui matar a Irmã Rune.

— Queria capturá-la viva, mas isso era impossível. A Irmã Rune era forte demais. No final, a única coisa restante era seu anel e foi o que encontrei dentro.

Felix enunciou quando tirou uma caixa prateada com um falcão esculpido nela. Era um artefato.

Quando Oberon viu o artefato, sua expressão mudou.

Ele balançou a mão e o artefato se moveu em sua direção. Ele observou com cuidado e então rangeu os punhos com raiva.

— Rune…

Ele murmurou.

Raiva era nítida em seus olhos.

Ao vê-lo agir assim, até Felix ficou surpreso.

Enquanto contava a história, até quando falou que Rune estava morta ou como Aragorn encontrou as cartas enviadas pelo povo falcão ou que usou a Força Vital na batalha contra Rune, além de erguer as sobrancelhas e estreitar os olhos, Oberon nunca exibiu uma expressão diferente.

Agora, todavia, ele estava exibindo raiva no momento em que viu o artefato.

Foi este o motivo de você me falar para mostrar isto em vez de entregar o anel da Rune a ele? Felix se perguntou internamente.

Logo, porém, balançou a cabeça e decidiu continuar.

Ele caminhou na direção de Oberon e passou o anel de Rune.

— Este é o anel da Irmã Rune, coloquei todas as cartas que encontramos nele.

Ele falou.

Oberon pegou o anel, mas já parecia fora de si assim que seus olhos se fixaram no artefato.

Quando estava prestes a declarar Rune como traidora da cidade, uma voz foi ouvida.

— Então, o motivo de ter me matado e descartado meu corpo ao queimar a própria Força Vital foi porque trai a cidade e me aliei à Cidade do Falcão Skythorn?

— Foi realmente um motivo razoável.

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