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The Beginning After The End – Capítulo 482

Providência

POV ARTHUR LEYWIN

Através da cacofonia de sons indistinguíveis, ouvi uma voz abafada.

— Mate-a.

— Não.

Um brilho intenso no coração da escuridão. O amargo pano de fundo para os ecos de dez mil aspectos fragmentados de uma mente levada além do limite da capacidade, da sanidade.

Contra a parte de trás das minhas pálpebras fechadas, o éter escorria como sangue pelos poros entre os mundos. Sobreposta a essa imagem estava outra: fios dourados se estendendo além dos limites de um mundo e entrando no próximo, através de uma fenda, alcançando longe e se espalhando a partir do ponto de conexão que era um único homem, um homem cujas mãos estavam vermelhas com o sangue de civilizações após civilizações. Na imagem, eu cortava as cordas do Destino e assistia um império cair. Depois olhava para minhas próprias mãos, e elas estavam vermelhas como as dele.

Assim não. Eu descartei a visão. Um pequeno ponto de luz estava crescendo atrás dela.

Tentei falar. As palavras saíram como um grito.

Outra imagem. Uma que considerei com mais atenção, por mais tempo: eu, com uma coroa de luz sobre minha testa, e os fios do Destino enrolados ao meu redor como armadura, Agrona impotente contra mim. Na visão, eu o derrubava de dez maneiras diferentes, e ainda assim cada golpe reverberava através do tempo e espaço para garantir falha e destruição, e dez visões diferentes dentro da visão colapsavam ao meu redor. Eu, no epicentro da falha.

Descartei a imagem com alguma dificuldade.

A luz ficou mais próxima, mais brilhante.

Refleti sobre a última visão, a única maneira. Era uma porta que eu podia abrir, mas não ver além dela. Entretanto, era a única maneira.

As visões se fundiram em um borrão brilhante. Tentei fechar os olhos, mas já estavam fechados.

Sons indiscerníveis atingiram meus ouvidos.

— Mate-a.

— Não.

— Arthur/Grey.

Relâmpagos atrás dos meus olhos. Respiração presa nos meus pulmões. Um mundo escrito em fogo, visto através de pálpebras fechadas.

Meus olhos se abriram de repente, e um fraco grito escapou dos meus lábios.

Eu me vi de cima, uma mente fora do corpo. Eu estava sentado de pernas cruzadas na piscina de líquido rico em éter, que ondulava levemente e lançava uma luz azul-púrpura desigual no interior da grande caverna subterrânea onde Sylvia havia se escondido muito tempo atrás. Ao meu lado, Sylvie estava sentada na mesma posição. Seu rosto estava franzido em uma expressão tensa, os olhos ainda fechados, as pálpebras se movendo enquanto os globos oculares abaixo corriam para frente e para trás, como se ela estivesse tendo um sonho torturante.

Não havia emoção no que eu via diante de mim. A cena ainda estava muito distante de mim, muito distante e irreal.

Tessia… não, Cecilia… estava de joelhos ao lado da piscina. Seus cabelos acinzentados cobriam seu rosto. Olhos amendoados de cor azul-esverdeada estreitaram-se, fulminando com o olhar o homem que estava acima dela através dos fios prateados. Sangue se acumulava ao redor de seus dedos e se espalhava na piscina, tingindo a luz azul que enfraquecia.

Não precisei procurar a fonte para saber que não era sangue dela, mas meus olhos ainda assim se voltaram para Nico. Cada fraco batimento de seu coração moribundo fazia com que mais do pouco sangue que ele ainda tinha jorrasse do espinho negro e ramificado que sobressaía de suas costas.

Também não precisei adivinhar como isso aconteceu. A mana que conjurou o feitiço fatal ainda flutuava ao redor de Agrona, mal controlada. Eu sabia que ele já havia se esquecido de Nico. Toda sua vontade estava concentrada em Cecilia enquanto ele correspondia ao olhar fulminante dela com uma expressão de comando cruel e expectante.

Muitos fios dourados corriam entre os três. Os que estavam ao redor de Nico estavam começando a se quebrar um a um. A maioria levava de Nico para Cecilia, enrolando-se ao redor dela, e menos para Agrona. Alguns poucos fios ligavam Nico a mim, mas estes estavam tremendo de tensão, prontos para se romper.

Embora poucos fios ligassem Nico e Agrona, o próprio Agrona irradiava mais do que eu poderia contar.

E, ainda assim, eu estava coberto por ainda mais fios dourados do que os outros. Enrolados em cada centímetro do meu corpo, de modo que eu estava quase escondido sob eles, os fios dourados me conectaram a todos os outros e depois se espalharam pelo mundo inteiro, assim como Agrona. Os fios estavam tão entrelaçados que eu quase parecia…

— Arthur/Grey.

Através dos fios entrelaçados, brilhando fracamente ao meu redor como as ataduras de um antigo rei mumificado, eu vi. O aspecto do Destino, dentro e ao redor de mim, ligado a mim, sentado logo atrás e acima de mim, não no espaço tridimensional, mas no tempo e nas camadas pressionadas do tecido do universo que separavam o mundo físico e o reino etéreo em que ele estava preso.

— Eu aceito a visão do futuro que você ofereceu como estando dentro da ordem natural, o avanço necessário do fluxo temporal — continuou o aspecto, sua voz apenas para meus ouvidos. — Mas também ofereço um aviso.

Minha visão se retraiu ainda mais, puxando-se através do teto da caverna e do solo acima dela até o ar livre. Em vez de olhar para a Clareira das Bestas, eu estava acima de Etistin, como nas visões que o Destino me mostrou dos eventos passados ali.

Agora, ele me mostrou o futuro.

Assim como antes, borrões brancos representando os dragões chegavam, e Etistin como eu conhecia era apagada da face de Sapin. A baía parecia solitária e desolada sem a cidade, mas o tempo passou rapidamente, e logo uma nova civilização estava sendo construída ali. As estruturas simples que construíram não duraram muito antes de também serem exterminados. A velocidade da visão parecia estar aumentando, de modo que eu só via flashes de cada nova cidade sendo construída antes de ser destruída.

Eu me retirei ainda mais, até que o mundo inteiro era apenas uma pequena mancha de cor contra um vasto céu escuro, vazio exceto pelas estrelas distantes. Todo o amplo universo estava diante de mim em cores exageradas, as estrelas brilhando como pontos de luz contra um fundo ondulado de óleos sobre água em tons de roxo, azul e cinza.

E, ressoando logo abaixo da superfície, pressionando contra as paredes da realidade, estava a crescente pressão do reino etéreo. Um ritmo constante começou a pulsar do reino etéreo como um batimento cardíaco, e com cada pulsação, as estrelas brilhavam e se projetavam. Os batimentos ficaram mais fortes, mais rápidos, e de repente entendi o que estava prestes a acontecer.

Como se meu entendimento tivesse conjurado aquilo à existência, o mundo se rompeu. Era como a visão que eu tinha tido antes, o futuro que o Destino estava tentando conjurar através de mim, mas o cataclismo resultante não ocorreu em escala global.

Foi com um horror profundo e vago que assisti à explosão etérea se espalhando pelo céu, apagando as estrelas e deixando para trás apenas um vazio infinito.

A cena desapareceu, e eu estava novamente olhando para mim mesmo e para o aspecto do Destino dentro e ao redor de mim.

Com o desvanecer da visão, meu horror também se dissipou. O que restou foi como um sonho distante, apenas meio lembrado na escuridão profunda da noite. Porém, era um daqueles que impede o sonhador de voltar a dormir por medo de que o pesadelo retorne.

— Mate-a. — As palavras frias saíram de Agrona, e ele pressionou Cecilia com sua intenção assassina, prendendo-a de quatro no chão.

Ela fechou os olhos, sua dor escrita nos fios dourados que os conectavam. Dois a dois, os fios que a ligavam a Agrona estavam se rompendo e desaparecendo no nada.

Com os dentes cerrados, ela pronunciou uma única palavra.

— Não.

Meus olhos se abriram de repente, e um fraco grito escapou dos meus lábios.

A cabeça de Agrona começou a se virar para mim, sua intenção se afiando em uma lâmina mortal. Agachada a seus pés, os olhos de Cecilia se voltaram para mim, e através deles eu vi profundamente em seu coração, onde uma Tessia trêmula se desenrolava e estendia a mão. Nós de fios dourados se entrelaçavam entre os dois, uma bagunça caótica de passado e futuro que os amarrava.

Outro fio conectando Nico a Cecilia se rompeu, e eu senti que a respiração que deixava seus pulmões era a última que ele daria neste mundo.

— Nico!

A piscina começou a se agitar quando, ao meu lado, Sylvie se levantou. Suas mãos se lançaram para fora, e um escudo prateado e meio formado começou a se envolver ao meu redor.

A foice da intenção de Agrona o atingiu, e explodiu com um som parecido com o de um sino. Sylvie foi lançada para trás, seu corpo girando pelo ar como uma boneca de pano.

O calor se derramou em meu núcleo vazio enquanto Regis expelia desesperadamente todo o seu próprio éter, forçando-o a passar pelos portões ao redor do meu núcleo. A força correu através dos meus canais como lava, ardente e inexorável.

Agrona recuou do escudo de Sylvie, cambaleando um passo.

Ao lado dele, Cecilia se levantou.

Assim como o Destino pairava acima e atrás de mim como uma sombra dourada, uma sombra prateada se ergueu com Cecilia. Vinhas esmeraldas se contorciam através da luz prateada enquanto Cecilia e Tessia ficavam juntas. Os nós dourados que as ligavam estavam se desfazendo. Não quebrando, mas desenrolando, cada nó desgastado se desatando e se endireitando rapidamente.

A sombra prateada que era Tessia levantou o braço. Meio segundo depois, Cecilia fez o mesmo.

Vinhas esmeraldas explodiram de Tessia, estalando como relâmpagos verdes pelo ar entre ela e Agrona. Elas o atingiram, empurrando-o mais meio passo para trás e agarrando seus pulsos e chifres.

A mão de Cecilia se fechou em um punho, e os fios ao seu redor flexionaram e vibraram, pulsando com uma luz dourada. Sua mandíbula se contraiu, os olhos se fecharam, e lágrimas escorreram deles. Sua mão caiu um centímetro.

Agrona zombou, e Cecilia foi levantada do chão. Ela foi arremessada pelo ar até suas costas se chocarem contra o teto da caverna, soltando uma chuva de pequenas pedras, e então ela caiu de volta ao chão, aterrissando pesadamente na minha frente. Uma dúzia de fios ou mais se romperam e queimaram entre Cecilia e Agrona.

A sombra prateada que era Tessia havia desaparecido, arrastada de volta para a prisão de seu corpo.

Os olhos escarlates de Agrona se fixaram em Cecilia, seus lábios se curvaram em uma careta de decepção.

Levantei minha mão. Os olhos de Agrona se voltaram para mim, arregalados.

Muitos fios ainda uniam Cecilia e Agrona. O éter endureceu entre meu polegar e indicador, e eu apertei o feixe dourado, cortando os fios do Destino como se fossem nada mais que lã fiada.

Uma onda de choque foi lançada em ambas as direções a partir do corte, atingindo Agrona e se espalhando sobre a forma de Cecilia, jogando-a na piscina aos meus pés.

Agrona tropeçou e caiu, ficando de joelhos. Seus olhos perderam o foco, e no ondular do espaço e do tempo, vi a queima de todos os futuros potenciais em que Agrona era capaz de usar o Legado, seja como uma arma na forma de Cecilia ou como seu próprio poder. A onda de choque continuou a abalá-lo, atingindo-o repetidamente à medida que cada futuro potencial colapsava em sua mente.

Inclinei-me para frente e puxei Cecilia para perto de mim, segurando-a de bruços na superfície do líquido denso, agora esgotado de éter e emitindo uma fraca luz púrpura. Muitos fios ainda a conectavam ao mundo mais amplo. Peguei-os em seguida, mas até mesmo a fraca borda cortante de éter ao redor da minha mão era difícil de manter.

Alcançando o vazio ao meu redor, ativei a relíquia da armadura.

Escamas negras começaram a se formar sobre minha pele enquanto a armadura se formava, espalhando-se do meu peito para cobrir todo o meu corpo. 

Mas à medida que a armadura se espalhava, placas brancas brilhantes e cristas começaram a se formar sobre ela, crescendo em ombreiras e grevas sobre as escamas negras. Botas pesadas fundiram-se perfeitamente às grevas, e delicadas manoplas cresceram ao redor das minhas mãos entre minha pele e Cecilia em meus braços.

Não tive tempo para considerar a implicação dessa mudança, e, enquanto a armadura começava a absorver éter da atmosfera ao redor, concentrei minha atenção em absorver o que podia. As bordas etéreas ao redor dos meus dedos com manoplas se firmaram novamente, e alcancei novamente os fios dourados que se estendiam de Cecilia.

O tempo pareceu engasgar. Abaixo de mim, a piscina manchada de sangue explodiu para cima, formando espadas, machados e lanças. Um vento com contornos negros me atingiu como um aríete, e puxei Cecilia para mais perto de mim, protegendo-a o melhor que podia. O vento começou a levantar as armas e girá-las, me deixando no centro de um vórtice mortal.

À medida que as espadas e machados líquidos me atingiam, a armadura puxava do meu modesto reservatório etéreo, lutando para se reformar enquanto cada golpe a despedaçava pedaço por pedaço.

Em meio à tempestade de espadas, encontrei os olhos de Agrona, agora com a cor de sangue coagulado.

Com uma mão trêmula, peguei os fios dourados. Meus dedos se fecharam em torno de um punhado de fios do Destino, e o éter os penetrou.

Mais uma vez, ondas de choque rolaram ao longo dos fios, se espalhando por todo o mundo. Eu senti cada uma, e vi por trás dos meus olhos cem diferentes efeitos em cascata enquanto as vidas de alacryanos e dicathianos em todo lugar eram alteradas para sempre. Minhas pernas e meus braços tremeram ante o peso disso.

O vórtice diminuiu, as armas conjuradas caíram de volta na piscina, agora manchada também com o meu sangue. Agrona estava de joelhos, seu corpo arfando a cada respiração, em seu rosto estava uma expressão de dor e perseverança desesperada.

Apenas alguns fios permaneciam ao redor de Cecilia, enquanto as linhas douradas irradiando de Agrona eram incontáveis. Eu tinha visto tantas possibilidades na pedra-chave ao procurar o caminho a seguir para que o destino me libertasse de suas amarras. Não sei o que teria feito se tivesse me deparado com este momento antes. Mesmo agora, era uma decisão difícil de tomar, de aceitar. Parecia errado. Sentia que era injusto.

Não havia um único fio irradiando de Agrona que eu pudesse cortar e resultaria em uma vitória aqui. Nenhum golpe que pudesse desferir diretamente contra ele traria um mundo em que o futuro que mostrei ao Destino poderia acontecer.

Olhei de volta para Cecilia. Seus olhos se abriram. Não havia nenhum vestígio de Tessia neles; ela tinha esgotado suas forças e estava enterrada profundamente sob o espírito mais forte do Legado, presa pela magia de Agrona e as runas desenhadas em sua carne.

Outro fio entre Tessia e Nico se apagou. Apenas uma única linha dourada permanecia.

A mana estava começando a vazar do núcleo de Nico e subia de sua pele como vapor.

Algumas vontades eram mais fortes do que outras. Certas visões do futuro eram tão potentes que reescreviam a probabilidade e o potencial, forçando a realidade a se ajustar para manifestar esse futuro. Agora eu sabia que isso era a verdade sobre como alterar o Destino: por meio de ação, vontade e crença inabalável. Não era outro poder a ser manipulado ou controlado. As pedras-chave nunca foram sobre controlar o Destino, apenas sobre compreendê-lo. Contudo, por meio da compreensão, ainda podia ser influenciado.

No entanto, não foi apenas a minha vontade que influenciou o Destino.

— Sinto muito — disse, e todos os meus muitos arrependimentos sobre como lidei com tudo entre nós vieram à tona com essas duas palavras.

Cecilia não disse nada, apenas olhou de volta para mim. Não havia desespero em seu olhar, nem esperança, nem medo. Também não se tratava de confiança. Ao olhar naqueles olhos verde-azulados, vi apenas aceitação. Ela sabia que este era seu fim, e não tinha mais forças para lutar contra isso.

Eu não reconheci meus próprios sentimentos. Senti culpa por minhas próprias ações, mas não senti que Cecilia ou Nico mereciam minha misericórdia. Nenhum dos meus antigos amigos tinha tido uma vida justa, nem na Terra nem neste mundo, e eu não os culpava por isso, mas ambos tinham escolhido tratar este lugar – esta vida, este mundo inteiro – como se não importasse. Enquanto a Terra era pouco mais que um pesadelo para mim, tinha se tornado a obsessão deles, tanto no passado quanto no futuro, e trataram meu mundo e minha família como um simples degrau para se mover de uma vida na Terra para a próxima.

Eu não reconheci meus próprios sentimentos, mas se o fizesse, eu sabia que encontraria amargura e raiva. E ódio. Não reconheci meus próprios sentimentos porque não queria reagir emocionalmente. Não queria repetir os erros deles ao deixar o passado destruir uma oportunidade para um futuro melhor. Eles não mereciam minha misericórdia, e certamente não tinham ganho redenção.

Todavia, puni-los também não era importante. Não no grande esquema das coisas. O Destino havia me mostrado isso.

Um rugido sacudiu a caverna, fazendo cair mais pedras e poeira do teto. Saindo das sombras, com a luz púrpura dançando sobre as escamas negras, Sylvie se aproximou de nós. A terra tremeu quando sua garra desceu sobre Agrona, imobilizando-o.

Uma foice de mana negra e transparente cortou a piscina ao meu lado, quase arrancando meu braço e a cabeça de Cecilia.

Peguei um fio dourado que saía de Cecilia e subia pelo teto da caverna. Segurei-o, mas não o cortei. Em vez disso, canalizei o Réquiem de Aroa nele, fortalecendo o potencial e conjurando um zumbido ressonante através do fio que se espalhou em ambas as direções. Todos os outros fios ao redor de Cecilia começaram a se desfazer, quebrando como seda de aranha e se transformando em luz dourada e depois em nada mais que uma possibilidade distante e inacessível.

Os últimos nós que ligavam Cecilia a Tessia se desfizeram. Quando os nós desapareceram, esses fios também se dissiparam.

Restavam apenas dois: o fio fortalecido, vibrando pelo universo, e o fio desgastado conectando-a a Nico, que já tinha dado seu último suspiro neste mundo. A última parte de sua mana escapou de seu núcleo e saiu por suas veias de mana. Um nó de partículas de energia ametista brilhante flutuou para fora dele.

 Um pequeno nó de fio dourado, hesitante e tremeluzente, estendia-se de volta para Cecilia.

—Vá — falei, minha voz rouca e fraca.

Lágrimas escorreram dos olhos de Cecilia, e seus lábios começaram a tremer. Por um momento, não vi Cecilia no corpo de Tessia nem a própria Tessia. Em vez disso, vi a menina órfã que lutava para fazer amigos por medo de machucá-los. Com apenas um leve aceno de cabeça, ela voltou seu olhar para o caminho do fio. Embora eu soubesse que ela não podia vê-lo, ela podia senti-lo puxando-a.

Seus olhos reviraram, e a essência de seu ser brilhou intensamente dentro da luz dourada do fio do Destino; aquele que a ligava de volta à Terra. As partículas etéreas que haviam subido de Nico se dissolveram no fio também, e juntos, duas pequenas luzes púrpuras ascenderam através do ouro. Atrás deles, o fio se desfez.

A onda de choque final irrompeu de Agrona, jogando Sylvie para longe como se fosse uma folha seca de outono. A força da onda se espalhou pelos fios do Destino que conectavam Agrona ao mundo, e minha mente foi arrancada da caverna junto com ela.

Eu vi a Clareira das Bestas sob um portal ondulante no céu. Dispositivos de óbvia origem alacryana cercavam a fenda, isolando-a do mundo e golpeando-a com ondas de força disruptiva. Dezenas de Assombrações flutuavam no ar dentro do escudo que as protegia do pequeno exército de dragões do lado de fora.

A onda de choque percorreu os fios dourados até atingir as Assombrações e Instiladores como um golpe físico. Como insetos em um furacão, foram varridos do ar.

Quando a primeiro Assombração se chocou contra um dos artefatos geradores de escudo, faíscas voaram do dispositivo e o escudo começou a oscilar. Então, uma segunda, terceira e quarta Assombração aterrissaram entre os equipamentos frágeis, e uma explosão abalou a fortificação alacryana. Começando em um único ponto, o escudo ao redor deles começou a colapsar para dentro. O buraco cresceu cada vez mais até ser maior que o próprio escudo, e então o escudo desapareceu.

Os dragões pairaram nas bordas, olhando em choque. Charon, flutuando à frente em sua forma de dragão marcado por cicatrizes, deu um grito retumbante, e os dragões desceram sobre os alacryanos prostrados.

Ao mesmo tempo, em todo o continente, outra onda de choque atingiu centenas de alacryanos aprisionados. Gritos irromperam de suas celas, ecoando pela cidade subterrânea. Costas arqueadas enquanto pessoas se jogavam no chão, arranhando as runas e núcleos. Entre eles, vi Corbett Denoir e o guerreiro Arian, protetor de Caera, mas também o jovem Alto Sangue de Xyrus, Augustine Ramseyer, e muitos outros com os quais eu estava familiarizado. 

Eu vi quando Seth Milview e Mayla da cidade de Maerin se agarraram um ao outro, suas faces distorcidas de dor e medo enquanto tremiam com o impacto. Seris, Lyra Dreide e Caera se moviam entre eles, parecendo ser as únicas entre todos os alacryanos não paralisadas pela força de colisão da alteração do Destino.

Em outro lugar, eu segui a onda de choque enquanto ela passava por cima de Etistin. Ela encontrou a Foice Melzri enquanto esta vasculhava a carnificina de um horrível campo de batalha congelado. A Foice se abaixou para verificar sinais de vida de uma mulher de pele pálida com cabelo curto e branco, a retentora Mawar. A Lança Varay estava deitada por perto, mexendo-se levemente. Melzri a observou cautelosamente, depois sacou uma lâmina no exato instante em que a onda de choque a alcançou, levantando-a do chão antes de arremessá-la para um campo de espinhos de gelo.

Mais fios conectavam-se através do vasto oceano até Alacrya. Lá, minha compreensão do que estava acontecendo começou a se desfazer, pois os efeitos da explosão eram muito amplos para que minha mente cansada pudesse acompanhar tudo de uma vez.

Em vez disso, fosse por algum pensamento meu ou por algum truque do reverberante Destino, foquei em Taegrin Caelum, a distante fortaleza montanhosa de Agrona. Muitos fios do Destino conectavam-se a pontos ao longo da fortaleza, e tal era a força da onda de choque ao atingir as paredes de pedra que a montanha tremeu e a pedra começou a rachar. Uma torre alta explodiu desde a base, enviando uma avalanche de pedras quebradas para despencar nos níveis inferiores, o teto da torre afundando na base implodida em uma nuvem de poeira.

À distância, bem atrás de Taegrin Caelum, um gêiser de lava laranja brilhante irrompeu da caldeira do Monte Nishan. Fumaça negra fervilhava para cobrir as Montanhas Presa do Basilisco em uma nuvem negra impenetrável, e o solo tremia.

Como se em uma só voz, toda a população mágica do continente gritou em uníssono, e então eu estava de volta à caverna de Sylvia, deitado na piscina rasa e quase vazia ao lado de Tessia.

O aspecto do Destino não pairava mais logo atrás e acima de mim. Ele se foi, e minha visão dos fios do Destino que nos conectavam a todos também se foi com ele.

Eu rolei de costas e olhei para Agrona. Ele estava deitado de bruços, suas costas subindo e descendo regularmente, mas seus olhos olhando para frente, vazios e sem vida.

Um som de batidas contra o chão molhado chamou minha atenção de volta para Tessia; ela estava tendo convulsões, seu corpo inteiro tremendo tão violentamente que seus calcanhares batiam loucamente contra a pedra. Eu a puxei para meu colo, amortecendo sua cabeça dos espasmos de seu corpo.

Olhos dourados brilharam no escuro, e Sylvie cambaleou em nossa direção, um braço apoiando o outro, que pendia inerte ao seu lado. — O que está acontecendo?

A resposta era óbvia.

A alta densidade de mana compactada no corpo de Tessia estava começando a escapar, criando uma espécie de aura arco-íris que cintilava e dançava no ar como a Aurora Constelada.

— Ela não consegue controlar.

Regis, pouco mais que uma sombra escura com olhos brilhantes agora, saiu do meu peito. Ele pairou na frente do meu rosto por um momento, depois mergulhou e desapareceu no corpo de Tessia.

— Ela está tentando, lutando. Cecilia a ensinou, ou tentou, mas… não foi suficiente. Ela está… morrendo.

Eu passei minhas mãos sobre os braços dela e subi pelo pescoço, onde as tatuagens de runas haviam ajudado a prender Cecilia ao corpo e manter o controle sobre o espírito de Tessia, junto com quaisquer outros desígnios sombrios que Agrona tivesse tecido para seus próprios propósitos. Contudo, não estavam mais lá. As runas foram destruídas no processo de remoção de Cecilia de seu corpo.

— Ela não tem um núcleo e não é o Legado — falei segurando-a firmemente para acalmar o pior dos tremores. — Foi Cecília quem passou pelo processo de integração.

— Art… — O pensamento de Regis se interrompeu por um momento. — Ela disse que… está tudo bem. Ela quer que você saiba… que fez a coisa certa.

Engoli em seco e passei a mão sobre o cabelo de Tessia. Era estranho pensar especificamente como sendo o cabelo de Tessia de novo. Seu corpo de novo. Ela de novo.

Estremeci quando meu núcleo se contraiu. As feridas causadas pelo ataque de Agrona estavam lutando para cicatrizar. Apesar do sacrifício de Regis e da relíquia de armadura, meu corpo estava faminto por éter. Minhas pálpebras estavam pesadas, e cada movimento parecia lento e doloroso. Eu me sentia fraco, mais fraco do que em muito tempo.

Meu foco fragmentado retornou para Tessia com um solavanco. Mana ainda estava jorrando dela, criando as luzes dançantes ao seu redor.

Sem o aspecto do Destino me ligando diretamente à pedra-chave e a tudo o que havia visto dentro dela, os muitos futuros potenciais que eu havia analisado, usando uma combinação do Gambito do Rei, do Destino e da própria pedra-chave, pareciam embaçados e distantes. Tudo estava tão claro, antes, até o momento em que eu havia separado Cecília e o Legado de nosso mundo…

Apenas o futuro do reino etéreo mantinha clareza. Isso eu entendia. Isso, eu sabia o que fazer. Espero que eu possa fazer o que precisa ser feito…

— Arthur — gritou Sylvie bem ao meu lado, fazendo-me estremecer. Não havia notado que ela estava ajoelhada ao meu lado. — Temos que fazer alguma coisa.

— Eu sei, eu… — Fechei os olhos, apertando-os com força e depois relaxando novamente. — Desculpe, estou tendo um pouco de dificuldade… para me concentrar. — Com um pequeno tremor, forcei-me a ficar de pé e ajustei Tessia em meu colo.

— Ela está dizendo… ah, que droga, Art. Queria não ter que ser o intermediário aqui. — Regis estremeceu, uma expressão mental que fez um espasmo passar pelo meu próprio rosto relaxado. — Ela está dizendo que entende. Que está tudo bem. Você fez tudo o que podia. Ela quer que você saiba que, depois de tudo… bom, ela está feliz que você esteja aqui no final. Você e Sylvie. E eu também, mas ela acrescentou isso como uma espécie de pensamento secundário, mesmo que seja eu que… tudo bem, tudo bem. Ela, uh… ela te ama, Art. E quer que eu te diga… ade…

— Pare —, eu disse, de repente totalmente acordado. — Não! Isso não é um adeus! Olhei ao redor da caverna como se pudesse encontrar a solução ali, ao alcance das mãos.

Agrona ainda estava desacordado. A luz purpúrea escura da piscina tinha desaparecido, seu éter esgotado. Uma única lágrima desceu pela bochecha de Sylvie, e ela se apoiou em meu braço, com a respiração fraca.

A luz da mana interagindo com a atmosfera ao redor de Tessia começou a desaparecer.

Tentei levantar Tessia e ficar de pé, mas não consegui. Sylvie se levantou, mas cambaleou em seus pés, instável.

— Não tenho forças para me transformar neste momento. Eu… não posso nos tirar daqui, Arthur.

Sem forças sequer para levantar Tessia, lutei para fazer um inventário mental de todas as ferramentas ao meu alcance que pudessem ajudá-la. Eu podia me comunicar com ela através de Regis, eu…

— Desculpe — falei de repente, percebendo que não havia respondido adequadamente a ela, — Isso não é um adeus, Tessia. É um “bem-vinda de volta”.

Mesmo enquanto dizia as palavras, eu não sabia se eram verdadeiras. Eu só tinha uma opção, mas não sabia o suficiente sobre ela para ter certeza de que funcionaria. Seu corpo não estava gravemente ferido. Será que um elixir poderia dar a ela a força para controlar um corpo sem núcleo?

Com o pouco éter que me restava, canalizei a runa em meu braço e retirei as duas pequenas pérolas azuis brilhantes de minha runa dimensional.

— Ajude-me a segurá-la.

Saí de baixo de Tessia, que não estava mais tendo espasmos, mas ainda se contorcia ocasionalmente. Sylvie e eu a ajustamos para que ficasse deitada de costas, e Sylvie fez o possível para estabilizá-la enquanto ela tremia. Com as pérolas em uma das mãos, conjurei uma pequena lâmina de éter na outra. Dor percorreu minhas têmporas e núcleo enquanto forçava a manifestação a se concretizar. A lâmina tremeluziu levemente e depois se solidificou. 

Com muito cuidado, cortei sua roupa, depois a pele lisa acima do esterno. A lâmina separou a cartilagem e o osso tão facilmente quanto a pele, abrindo caminho para onde seu núcleo deveria estar.

Embora seus olhos estivessem fechados, o corpo de Tessia tremia enquanto eu empurrava uma das pérolas de luto para dentro da cavidade. Ela se acomodou lá, como um pequeno núcleo azul brilhante em seu peito. O núcleo de uma criança leviatã que nunca teve a chance de viver sua vida… uma vida agora dada a Tessia. Senti minha mandíbula trabalhar enquanto cerrava os dentes, a tensão era palpável, e me forcei a relaxar.

Regis se afastou do corpo dela sob o meu comando; não havia mais como alcançar sua mente interior de qualquer forma. Ela estava totalmente inconsciente e seu pulso mal batia.

Tanto Regis quanto Sylvie compartilharam das minhas memórias ao usar a outra pérola em Chul, mas eu podia sentir a antecipação e o desconforto deles à medida que os segundos continuavam a passar e nada acontecia.

— Leva tempo —, eu lhes assegurei.

Senti a atenção de Sylvie mudar, e segui seu olhar de volta para seu pai.

— O Legado era tão intrínseco a seus planos quanto as veias de mana são para um conjurador. — Ela disse. — Removê-la, mesmo que só a possibilidade, enviou uma onda de choque pelo Destino que se espalhou por todo o nosso mundo. Foi como se ele tivesse entrado em seu peito e puxado metade dos canais que percorriam seu corpo.

Sylvie olhou fixamente para a forma em coma de seu pai.

— Eu vi partes disso. — Sylvie continuou — Não… não consegui acompanhar tudo. O que vamos fazer com ele?

— Eu nunca fui capaz de ver além disso — respondi, afundando. O esforço de falar estava drenando até minhas últimas forças. — A onda de choque… não tenho certeza. Ela agiu como um relâmpago, deixando-me cego para tudo depois. Vi muitas outras possibilidades, mas não era como ver o futuro, na verdade. Era mais como… elaborar um plano e convencer-se de que nada aconteceria exceto o que planejou, mas nunca encontrei uma maneira de atacar Agrona diretamente, ou Kezess, para ser sincero, que funcionasse. — Balancei a cabeça. — Sinto muito. Sem o aspecto do Destino aqui para me ligar a tudo, não consigo explicar.

— Mas ele vai acabar acordando, não vai? — perguntou Regis, balançando para cima e para baixo e arregalando os olhos brilhantes com raiva. — Sei que usar sua técnica de “Tesoura do Destino” para vencê-lo não nos dará o futuro que queremos, mas por que não apenas… você sabe, cortar a cabeça dele agora enquanto está inconsciente? Use a outra pérola para recuperar sua força, se precisar.

Eu olhei entre nós três e então para a última pérola, ainda segura em minha mão. Com um pulso dolorido de éter, eu a enviei de volta para a runa dimensional. — Não sei se a pérola faria alguma coisa comigo. Admito que não tenho força nem para convocar uma lâmina de éter agora, mas não vou arriscar desperdiçar a última pérola.

Sylvie se esforçou para ficar de pé novamente. Ela conseguiu, mas parecia que poderia cair a qualquer momento.

— Talvez eu tenha a força… para estrangulá-lo enquanto ele estiver inconsciente. Talvez o destino aprecie a… ironia.

Regis soltou uma risada apreciativa, e eu sorri cansado. Sylvie parecia muito séria, como se estivesse realmente considerando a possibilidade. Sua expressão se desfez, e então ela também começou a rir. Eu me juntei a ela, cada tremor dos meus ombros enviando dor por todo o meu corpo, mas principalmente em minhas têmporas e na base do meu pescoço.

Havia uma parte de mim que não doía, no entanto.

Olhando para dentro, percebi que a cicatriz que Cecilia havia deixado em meu núcleo havia cicatrizado, e a sensação de coceira havia diminuído.

De repente, uma luz azul-branca, tão brilhante que tive que desviar o olhar, brilhou do corte no esterno de Tessia. A princípio, era apenas um gotejamento, mas rapidamente se transformou em uma inundação. Mana jorrou do corte e limpou seus arranhões e hematomas. Dentro dela, essa mana se solidificou em um poço preto escuro ao redor da pequena pérola azul. À medida que mais e mais mana jorrava através da casca preta rígida, ela se iluminou em vermelho, depois laranja, amarelo e prateado. Finalmente, o núcleo recém-formado virou um branco brilhante como neve.

Sua respiração se estabilizou e a tensão em suas sobrancelhas e lábios se dissipou. Ela não acordou imediatamente, mas um sorriso confortável brincava em seu rosto adormecido, como se estivesse tendo um sonho agradável.

Alisei seu cabelo, desejando nada mais do que abraçá-la e mantê-la ali. Embora uma parte de mim também estivesse hesitante, talvez até com medo. Ela viveu na cabeça de alguém que não queria nada mais do que me matar. Ela poderia ter aprendido todo tipo de coisas sobre mim… e talvez também tenha sido sujeita a um número incontável de mentiras. Nossa história não tinha sido nada simples até agora, e seria ingênuo e irracional pensar que poderíamos retomar exatamente de onde paramos no início da guerra.

A súbita aparição de uma assinatura de mana opressora arrancou meus pensamentos de qualquer coisa tão mundana quanto romance.

Aproximava-se em uma velocidade absurda, algo entre voar e teleportar, e estava escoltada por um grupo de assinaturas menores, mas ainda inumanamente poderosas.

O peso era demais para suportar, e não pude deixar de afundar no chão, deitando-me de costas. Regis se refugiou em meu núcleo, pequenos tremores percorrendo sua forma etérea. Sylvie afundou de joelhos e olhou para a base do longo eixo que se conectava à superfície.

A poeira se espalhou à medida que a assinatura se aproximava, e tive que desviar o olhar e fechar os olhos contra a nuvem ardente. Quando finalmente olhei de volta, não fiquei surpreso ao encontrar Kezess ali. Windsom, Charon e… uma pessoa que não via há muito tempo chegaram um momento depois. 

Charon passou apressado por Kezess, nos ignorando e indo em direção a Agrona, que ainda não tinha se movido.

— Vivo — anunciou, erguendo a cabeça de Agrona por um dos chifres, depois deixando-o cair de volta ao chão com um baque.

Lady Myre, esposa de Kezess e, minha mentora, muito tempo atrás, ficou ao lado de seu marido com toda a graça de que me lembrava. Seu olhar parecia passar por Agrona e chegar a algo mais profundo.

— Ele está… errado por dentro. Quebrado.

Com um toque leve no braço de Myre, Kezess deu alguns passos à frente, movendo-se de maneira casual e despreocupada que eu estava muito fraco para me irritar. Seu olhar lavanda varreu sobre mim e Tessia, e então se fixou em Sylvie.

— Traga-o. Traga todos eles. Solicite que todos os asuras retornem a Epheotus imediatamente. Lá, fecharemos a fenda e acabaremos de vez com essa guerra.


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Juan CarlosD
Membro
Juan Carlos
4 dias atrás

Alguém sabe me dizer a fonte que disse que a novel vai voltar em julho?

Júlio Celso
Visitante
Júlio Celso
3 dias atrás
Resposta para  Juan Carlos

O autor disse no patreon

ZoeiraD
Membro
Zoeira
6 dias atrás

Li e reli algumas partes desse capitulo durante os ultimos dias, TBATE sempre foi uma obra incrivel com personagens incriveis e tudo mais, no entanto fico um pouco triste por Agrona ter sido um pouco diminuido nos ultimos capitulos, um dos personagen mais picas, sabia de tudo e se preparou de tantas formas para atribuir grandes partes dos seus atos a uma IA, nao achei ruim o acontecimento mas nao foi algo que me agradou.
Nico e Cecilia morrerem foi num bom momento, esles ja tinham feito o bastante na obra,o elijah coitado se fudeu, nao fez nada para merecer isso tudo.
O Arthur ter ganhado o poder era algo obvio , nao sei pq mts reclamaram, faz quase 200 capitulos que foi dito sobre como o poder era forte e o arthur é o protagonista obvio que ele iria adquierir o poder, no entanto os jeitos que as coisas se desenrolaram acabou deixando um pouco a desejar, como ele lidou com a situação e perdeu o poder.
No geral nao posso dizer que nao amei o capitulo, ja acompanho a obra ha muito tempo desde do capitulo 134, ja reli a obra inteira 4 vezes e acho incrivel como alguem consegue criar algo tao bom como TBAT eu ja senti muitas emoções, e é triste saber que o fim se aproxima, mas o fim é necessário para toda obra.
Eu adoro TBATE, mesmo falando isso tudo é apenas uma opinião nao tem como eu criticar um cara que se dedicou tanto a esta obra e fez tantos capitulos incriveis, obrigado por mais um capitulo Turtle e vamos para o fim…

Júlio Celso
Visitante
Júlio Celso
6 dias atrás
Resposta para  Zoeira

Nunca existiu elijah sempre foi o nico com as memórias apagadas.

victor
Visitante
victor
7 dias atrás

mano do ceu que final pica eu sinceramnete esperava que o arthur ia salvar os dois o nico e a cecilia mas isso que me deixou maravilhado e ao mesmo tempo triste pq serio quando vc c coloca no lugar dos personagens c ve como vc muda sua perspectiva e emocao e é por isso que eu amo essa obra ele deu um final simples para o enredo sem forçar muito mas obviamente nem tudo e perfeito po turtle tu cria o poder mais roubado de todos e da para o art usar de uma maneiro idiota tinha tantos jeito se contornar isso como pro exemplo nem dando poder para o art mas ss mudando o estilo de como ele interpreta tudo do eter ele ate muda com nesse capitulo mas vara nao sei colocar em palavras na minha opiniao o final assim nao ta perfeito poderia contornar muitos problemas mas olha vou parar de criticar pq que final meu amgs isso é CINEMA

Novais
Visitante
Novais
8 dias atrás

Fala comigo n, tô depressivo até começar o volume 12 :'(

F3n1x
Visitante
F3n1x
10 dias atrás

Mds, que desfecho senhores, que desfecho!
Agrona solado, Nico e Cecília mortos pelo destino , tessia a salvo, alacraianos e dicathianos livres do mal de Agrona…
Cada coisa sendo explicada de forma única e inovadora adicionando diversos elementos dentro do universo.
Que obra de arte, uma das melhores experiências da minha vida!

Hans
Visitante
Hans
10 dias atrás

Eu não sei o que dizer… TBATE sempre foi uma das minhas obras preferidas. Mas eu li tanta coisa boa enquanto acompanhava a história do Art que mesmo não gostando de criticar o Turtle devo dizer: que final fraco… e não só o final foi fraco como os últimos capítulos foram tão clichés que já se esperava que o Art tivesse controle do poder zinho, acordasse antes do Agrona matar um deles e finalizar o jogo. Agrona querendo como não é de longe o vilão mais assustador que passou pela obra, e no final passou por um idiota… só para a obra ter mais capítulos o Art parou de poder controlar o destino e bla bla e futuramente volta a controlar de novo ou juntar um grupo pra derrotar o dragaozinho… vejo pessoas falando que esse capítulo foi perfeito e me pergunto se falam isso por ser fãs do Turtle ou porque realmente acharam esse filme maravilhoso. Turtle cria personagens incríveis e não sabe como descartar…

Kuroi Ino
Membro
Kuroi Ino
9 dias atrás
Resposta para  Hans

Também achei fraco. O Agrona, até agora, era o maior vilão de todos, com vários planos sinistros, sempre um passo à frente do Art, manipulando tudo e todos. E, no final, acaba assim, sem uma batalha épica, sem emoção. Basicamente, um final vazio para um grande personagem e vilão.

Vinícius
Visitante
Vinícius
11 dias atrás

Cadê o capítulo 483? 🥺

ZoeiraD
Membro
Zoeira
5 dias atrás
Resposta para  Vinícius

pelo que eu entendi, acabou essa temporada e agora ia ter uma pausa, nao sei quanto tempo.

Um mano ai
Visitante
Um mano ai
12 dias atrás

acho q vai começar tipo uma guerra civil entre os asuras, tipo aquele asura q ajudou o Arthur (deu as lágrima de mãe) n deve estar muito contente com o kezess, pq n tem como Arthur tankar tds os aduras sozinho, mesmo com o poder do destino

Higor
Visitante
Higor
14 dias atrás

Já li 3 vezes esse capitulo, haaa eu to loco pra ler o Arthur picando la poha no Kezess, mas antes quero ver um pouco mais desse relacionamento de Arthur e Tessia que está difícil de engrenar, ta parecendo carro a álcool no frio, parece que vai depois engasga, mas isso que prende nossa atenção tb ne, fazer oq, e quero ver o que o Arthur vai fazer com a Tessia na mão do Kezess, (Refém que chama), mas acho que pelo autor trazer a Lady Myre agora depois de tanto tempo, ela vai ter um papel especial e torço pra que através dela Arthur de um golpe no menino Kezes e no final de tudo ela Lady Myre assuma o trono no lugar. acho um Windson muito pau no cu pra ajudar, mas vai que na verdade ele sempre foi fiel a Lady Myre e ajuda tb ne, nunca se sabe tortugueta tem ainda uma vastidão se fatores pra nossa surpresa, Titãs, Leviatãs, Fênix, talvez os Pantheon

Shelton
Visitante
Shelton
14 dias atrás

Agora que aparentemente a guerra com Agrona já acabou, Arthur terá que cumprir o acordo que ele fez com o Kezess, e provavelmente ele não irá cumprir o que irá ocasionar em uma desavença com o clã dos dragões , e talvez kezess descubra que Arthur quebro aquele feitiço que ele obrigava arthur a não esconder nenhuma informação sobre éter, o que pode provocar o irá dele .

kaue
Visitante
kaue
15 dias atrás

rapaziada, acabou esse arco, agora só em julho. Provavelmente os vilões serão outros…

Júlio Celso
Visitante
Júlio Celso
15 dias atrás
Resposta para  kaue

Sim vai ser os dragões e os asuras

kaue
Visitante
kaue
11 dias atrás
Resposta para  Júlio Celso

acredito que não só eles…

Geovane
Visitante
Geovane
16 dias atrás

Alguém sabe me dizer quando vai ser o próximo volume?

Antônio Icaro
Visitante
Antônio Icaro
16 dias atrás
Resposta para  Geovane

Só em julho

Geovane
Visitante
Geovane
9 dias atrás
Resposta para  Antônio Icaro

Valeu

Allex Gustavo
Membro
Allex Gustavo
17 dias atrás

eu achei que a tessia ia morrer e uma chifruda ai seria a esposa, que pena

Ruhtra GreyratD
Membro
Ruhtra Greyrat
17 dias atrás

Se vai ter temporada nova vai ter oponentes novos né? Será q é agr q vamo ter uma guerra contra os asuras?

Umbra MortisD
Membro
Umbra Mortis
18 dias atrás

AGR ter de esperar meses pra ler fillers e mais um tempo pra finalmente ler o vol12
… ANSIEDADE MATA, TORTUGUITA, ANSIEDADE MATA 🥺

Btunotag
Visitante
Btunotag
18 dias atrás

Não tem capítulo novo ???

Kanmilly
Visitante
Kanmilly
10 dias atrás
Resposta para  Btunotag

Ao que parece encerrou esse volume, só em julho agora pra dar continuidade

Ainz - sama
Membro
Ainz - sama
18 dias atrás

Fiquei decepcionado. Esperava muito mais desse confronto. Algo mais épico e emocionante, tipo a luta do Arthur vs Cadell, ou aquele azurazinho carequinha que esqueci o nome, mas isso aqui foi decepcionante pra mim.
E essa Cecília, puta personagem tosco do karalho. No começo tudo bem que ela tava sendo manipulada, mas depois??? Que caralhos ela tinha na cabeça? Agrona é a personificação do que ela mais deveria odiar, e mesmo assim ela continuou do lado dele mesmo ele praticamente exalando malícia por todos os poros. A teimosia dela de acreditar nele não faz o menor sentido. E tipo, a forma como ela deixou de amar o Arthur foi sem nexo. Pra ter um receptáculo pra ela precisaria de alguém que amasse Arthur como ela para poder usar isso de âncora, certo? Mas logo depois esse “amor” não teve significado algum, sumiu como se nunca existisse. Depois de recuperar a memórias e lembrar que ela amava o Arthur, ela continuou empenhada em matá-lo. Por quê? Só um psiquiatra pra saber. Ela se forçava a acreditar no agrona, ela literalmente tava se forçando a isso. Não faz sentido.

Na minha opinião ela foi um completo desperdício de personagem. Ela tinha potencial pra ser muito mais impactante e interessante, ela tinha um potencial pra realmente foda e fazer a historia toma ums rumo muito doido, mas do começo ao fim ela só existiu para ser odiada pelos leitores. Foi um completo desperdício.

Última edição 18 dias atrás por Ainz - sama
Baleygr
Visitante
Baleygr
18 dias atrás
Resposta para  Ainz - sama

Eu assino embaixo, a maioria das atitudes da Cecília não fazem o MENOR sentido, e isso tá 100% na conta do autor. Por isso eu nem culpo muito quem gostou desse fim dela, o autor fez questão de que ela se tornasse uma personagem tosca e detestável.

É uma pena, porque ela realmente tinha um potencial gigantesco na história.

Higor
Visitante
Higor
17 dias atrás
Resposta para  Ainz - sama

Acredito que vc esta um pouco equivocado, a parte do receptáculo, ter que amar o Grey, não posso confirmar, mas sei que precisava que Nico e Grey precisavam se relacionassem até um certo nível com alguém para esse alguém se tornar um receptáculo pq ambos são ancoras não apenas um. O amor desaparecer do nada faz sentido pq assim como a Cecilia assume o corpo do receptáculo os sentimentos são dela, não mais do receptáculo e ela já deixou de “amar” o Grey a muito tempo até pq ela só teve uma paixonite de adolescente por Grey tela salvo assim como vimos com a Lilia Helstea. Sobre ela se forçar a acreditar no Agrona concordo com vc, Turtle forço nessa, se já viu que ele era manipulador e os caralho assim com o pessoal da terra, acreditar nele não muito sentido, mas empenhar em fazer o que Agrona queria como matar o Grey faz pq Agrona ainda tinha o Nico como um refém dele e ela verdadeiramente amava o Nico e temos que levar em conta que ela diferente do Grey e Nico não viveu até a vida adulta plena, o discernimento dela era de uma adolescente ainda, então decisões tapadas fazem bastante sentido se vc pensa nisso,
Sobre a luta com Agrona, Turtle deve estar cozinhando um treta épica com Kezess, e ter uma luta foda e demorada com Agrona agora poderia cansar os leitores com os detalhes assim como Ebony Maw (Fauce de Ébano) em (Vingadores) sem contar que é um quebra de expectativa positiva pq deixar a historia previsível deixa ela chata

Última edição 17 dias atrás por Higor
Um Leitor curioso
Visitante
Um Leitor curioso
14 dias atrás
Resposta para  Ainz - sama

Compartilho da mesma ideia que vc😌
Só acho que vc se equívocou e muito na parte da entrada do receptáculo, pois precisava do nico e do Grey se relacionarem com uma certa pessoa que eu acredito que teria que ser uma mulher para então aquela pessoa ser o receptáculo de Cecília que no caso acabou cendo a pobre da princesa dos Elfos, Tessia Eralith.

Última edição 14 dias atrás por Um Leitor curioso
David
Visitante
David
19 dias atrás

Turtle entrou de férias? Capítulo tá demorando pra sair. Alguém tem notícias se vai sair capítulo essa semana?

atta
Visitante
atta
19 dias atrás
Resposta para  David

vai começar temporada nova, dai vai ficar papo de umas 3/4 semanas sem

Júlio Celso
Visitante
Júlio Celso
19 dias atrás
Resposta para  David

5 de julho volta

Pcda231
Visitante
Pcda231
18 dias atrás
Resposta para  Júlio Celso

Um mês?????? Poha, o Tortuguita quer torturar agente
Manda essa bomba e deixa agente aq kkkkkkkkkkk
Q fdp kkkkkk

kaue
Visitante
kaue
15 dias atrás
Resposta para  David

só em julho agora, acabou esse arco

Marcos
Visitante
Marcos
20 dias atrás

Meus amigos, que capítulo! Que obra de arte! Superou o 245 que era o meu preferido (a luta do Art contra nico e Cadel e quase morte usando todo o poder da segunda fase de integração bestial)
Porém, esse capítulo foi mágico demais! Fiquei totalmente preso e encantado! Até o fato de mandar Cecília e nico pra terra não poderia ter sido melhor. Perfeito demais!

Geovani
Visitante
Geovani
20 dias atrás

Só espero q Arthur consiga dar uma surra legítima no Agrona, esperava mais desse embate.

ismenia07
Membro
ismenia07
21 dias atrás

Ansiosa pelos próximos capítulos ❤️❤️🙌🏻

Devil
Membro
Devil
20 dias atrás
Resposta para  ismenia07

Eu acho que esse é o último do vol 12

Btunotag
Visitante
Btunotag
18 dias atrás
Resposta para  Devil

Então não vai ter capítulo hoje?

Ismenia
Membro
Ismenia
21 dias atrás

Quando chega os próximos capítulos ❤️

Cachorro samurai
Visitante
Cachorro samurai
22 dias atrás

Finalmente cheguei nos atuais

Pcda231
Visitante
Pcda231
22 dias atrás

Alguém anotou a placa do caminhão que atropelou agrona? Akkakakaakakam agrona muito buxa kkkkkkk
Esse especto do destino é realmente muito forte, Arthur basicamente virou aquelas 3 irmãs do destino da mitologia grega kkkmk
Não quero q a tess morra……

Espero q o kezess bão tente nada

Higor
Visitante
Higor
23 dias atrás

No moral adorei o capitulo, só torso para o autor NÃO dê uma de “Crepúsculo” e colocar esses capítulos como parta da visão da pedra chave, se tornando apenas um possível futuro que o Arthur esta vendo

Última edição 23 dias atrás por Higor
Danilo Torres
Membro
Danilo Torres
23 dias atrás

Cecilia só fez merda do inicio ao fim, incrível

Deivid GabrielD
Membro
Deivid Gabriel
23 dias atrás

Rapaz, esse desfecho da história dos três me deixou bem satisfeito, se o turte fizesse a tal da redenção pra eles voltarem a ser amigos seria bem genérico e chato, mas dessa forma ficou bem inesperado e divertido de se ler. A única coisa que eu queria que tivesse acontecido a mais era uma última conversa entre os três, não uma conversa pra Nico e Cecília se desculparem e pedirem perdão até por que eles não poderiam fazer isso, eles que escolheram fazer tudo isso mesmo depois de “perceberem” que estavam sendo enganados, foram reagir tarde de mais. De qualquer forma eu queria uma última conversa entre eles como “antigos amigos” mas seria difícil fazer isso sem parecer uma redenção então tudo certo 😀

Shelton
Visitante
Shelton
24 dias atrás

Será que o Arthur no futuro irá juntar-se com Agrona para enfrentar Kezess?

Júlio Celso
Visitante
Júlio Celso
24 dias atrás
Resposta para  Shelton

Difícil o Arthur nunca se aliaria a ele depois de tudo que ele fez

Nick
Visitante
Nick
24 dias atrás

Eu ameiiii esse capítulo

ocurioso
Membro
ocurioso
24 dias atrás

Surpreendentemente bom. Se as coisas são como parecem, está realmente excelente. A resolução para Cecília e Nico foi adequada. Eu temia que o autor forçasse um trabalho em equipe do tipo: “deixe isso de lado, vamos ser amigos de novo”. Principalmente, acho que absolutamente ninguém esperava esse desfecho. Tanto trabalho e mistério em torno do legado de Agrona, encerrados dessa forma. De certa maneira, eu tinha certeza de que o legado seria o ponto-chave para a resolução final da história. Nesse caso, a execução subverteu minhas expectativas de forma extremamente positiva, tanto quanto, se não mais do que, quando Arthur perdeu todo seu poder e quase morreu. Assim, a história se torna cada vez mais única. É realmente um enredo digno de grandes obras de fantasia, na minha opinião. Tudo é muito, muito surpreendente. Mais uma vez, este autor soube como tornar as coisas diferentes e interesantes.
A pergunta que fica agora é: o que vai acontecer? Se Agrona realmente está fora de jogo, quem ou o que será a nova ameaça? Kezes? Ou Agrona tem planos de contingência? talvez algum novo tipo de ameaça? Estou curioso e, portanto, satisfeito. 🙂

Marcos
Visitante
Marcos
20 dias atrás
Resposta para  ocurioso

Assino embaixo de tudo dito por você.
Agrona não está mais no holofote como grande vilão e seus planos de contingência provavelmente não serão um problema pro Art de agora em diante… o que deixa isso claro, é o fato do “destino positivo” não permitir que Agrona fosse morto pelo art nesse momento. No momento Agrona é mais como “o mal necessário”.

Última edição 20 dias atrás por Marcos
Eduado
Visitante
Eduado
16 dias atrás
Resposta para  ocurioso

Pra mim a última chance de redenção da Cecília é do nico era na batalha no castelo do soberano depois disso deixaria o enredo muito genérico e forcado pq no castelo eles tiveram todas as chances pra voltar e foi ali que cortaram os laços mesmo

Eu,
Visitante
Eu,
24 dias atrás

Eu achei perfeito o final da cecilia e do nico. Sinceramente, eu acharia muito paia o turtle meter um ‘glorioso arco de redenção e morte’ para cecilia e nico so pra acabar sendo mais uma obra mediana. ‘Sinto muito mas, é isso’, nao tem como esperar mais que isso, o arthur entendendo e mostrando que eles foram somente dois idiotas que escolheram o lado errado numa busca cega pelo objetivo pessoal deles, como se eles merecessem pq sim um final digno. A vida nao é A ou B, esse fim seco era apenas o que os aguardavam.

Baleygr
Visitante
Baleygr
24 dias atrás
Resposta para  Eu,

Eu concordaria contigo se eles fossem personagens aleatórios na história, mas o autor gastou dezenas de capítulos com eles dois, deixando de lado outros personagens que seria interessante ter acompanhado. A punição deles poderia ser a mesma ou até pior, mas que tivesse dado um fim mais daora para eles.

Eu gostaria muito de ter visto a Cecília admitindo os próprios erros, o Nico se desculpando com o Arthur por ter tentando matar ele e por capturar a Tessia. Ambos morreriam do mesmo jeito e traria mais emoção pra morte deles.

Marcos
Visitante
Marcos
20 dias atrás
Resposta para  Baleygr

Nunca discordei tanto de um comentário assim…
Esses 2 não mereciam nada de bom, redenção não era digno deles, eles decidiram acabar com 1 mundo pra ter a vida que queriam em outro, 2 fdp. Todavia, eles sofreram muito e foi isso que os levou a chegar nesse ponto, então o final deles foi merecido e perfeito. Vão viver sua vida lá pqp, amém.

Baleygr
Visitante
Baleygr
18 dias atrás
Resposta para  Marcos

Mas eu não falei de redenção meu mano, também não acho que eles mereciam, mas deveria ter tido um final mais interessante para ambos (mesmo que com morte, tortura e o que vocês quisessem).
O autor deu uma importância gigantesca para esses dois personagens durante a história (principalmente para a Cecília/Legado), e eles acabam desse jeito? Eu não curti. Vai de opinião, mas eu não curti esse fim seco e sem graça deles.

Wan
Visitante
Wan
24 dias atrás

Era pra Cecília ter sofrido bem. Foi tão fácil e rápido, Agrona não é tão fraco assim kkk

Deivid GabrielD
Membro
Deivid Gabriel
23 dias atrás
Resposta para  Wan

Ah mano, o final ficou bom assim. E o agrona n é fraco ele só subestimou o Arthur pra krl, além do mais o que ele poderia fazer contra alguém que com dois dedos corta todos os seus poderes em escala multiversal

Jota
Visitante
Jota
24 dias atrás

Eu literalmente maratonei a novel desde a defesa da capital anã até este capítulo.
Honestamente, fiquei decepcionado com esse capítulo, mesmo Nico e Cecilia tendo feito o que fizeram. Queria um final feliz para eles de uma forma inesperada, não uma morte rápida por um puxar de cordas.
Com Tessia Treinando a manipulação de mana e vivendo com Cecilia em sua cabeça este tempo todo, não esperava que ela não pudesse controlar a integração. Para mim, controlar a integração deveria ser algo tão simples quanto respirar.
O Destino em si deveria ter sido mais bem trabalhado, não como adquirir o Insigth, porém sim seu uso, o qual deveria ser algo mais difícil para a mente humana de Art, algo que no começo exigisse tudo por nada e aos poucos ficasse mais fácil, mas não banal.
A única coisa que me mantém vendo esta obra hoje é entender qual equilíbrio Lord Indrath busca manter destruindo diversas civilações e que razão levou à remoção de Epheotus, pois a forma de matar Indrath e todos os dragões a obra já deixou clara, bloqueie a passagem de mana.

⦕ Lok1 ⦖D
Membro
⦕ Lok1 ⦖
24 dias atrás

Acho que o final boss vai ser o Kezzess. Não sei se o Arthur daria instakill na lagartixa com o destino ou ele lutaria no mano a mano e depois usaria o destino.

Caos Tolo
Visitante
Caos Tolo
25 dias atrás

Que capitulo incrivel, sem palavras para descrever ele e que desfecho sensacional, ta de parabens Turtle!!!!

Victor Arthur
Membro
Victor Arthur
25 dias atrás

Gente, estou divendo diversos comentários relativamente negativos sobre a forma como o Turtle escolheu usar o Destino, é totalmente normal haverem opiniões negativas, todo mundo possui sua própria visão sobre a questão da obra. Mas, queria propôr um debate sobre essa questão: Vocês esperavam que o poder de controlar o próprio Destino não seria overpower?

Pelo que eu vejo, diversas pessoas estã comentando algo: Pô, é apenas isso? Sim, é assim que os seus inimigos são derrotados quando você possui um poder absoluto sobre o Destino e sobre os aspectos do Éter. Faz total sentido o Arthur literalmente apenas estalar o dedo e derrotar a Cecília e Agrona, ele chegou em um nível de poder superior à eles, através de uma jornada gigantesca (podemos questionar se essa jornada realmente foi suficiente para fazer com que ele tenha compreendido como usar o Destino, esse, eu acho um debate super válido), mas questionar esse uso do Destino me pareceu sem nexo, todos sabiamos o nível de OP que as runas divinas eram: teletransportar pelo espaço (GodStep), algo impossível com artes de mana, retroceder o tempo para curar coisas/pessoas (Requiém de Aroa), chamas incessantes que se alimentam de matéria viva (Destruição), poder de previsão de possíveis futuros que aumenta sua capacidade de raciocínio e planejamento em x vezes (Gâmbito do Rei), olha o nível de poder das GodRunes, esperar que a 4ª e mais poderosa delas, fosse extremamente overpower, é o lógico meus caros. É um Deus Ex-Machina? Sim e não…

Primeiro, é um sim, porque é um elemento de roteiro que pode ser usado em qualquer situação, mas, não é abrupto ou sem desenvolvimento. Os últimos 200 capítulos pós-guerra, quando o Arthur descobriu sobre as runas e foi nos revelado a fala da Sylvia, sabiamos que o Destino, o quarto caminho do Éter seria o pico de poder da obra, agora que chegamos aqui, conseguimos ver o porquê disso ser o poder absoluto dos Djinns, é a única forma de um mortal/meio-asura conseguir fazer frente com o Líder dos Asuras (Kezzess) e o Genocida (Agrona) em uma guerra com proporções de destruir o mundo.

Em segundo lugar, é um não pelo simples motivo que ele não consegue usar a torto e a direito. Esse capítulo ressaltou que a vontade de um individuo consegue influenciar o Destino, então, aparentemente, o Destino não é imutável, e detalhe: Foi ressaltado diversas vezes na obra que o Éter possui uma consciência própria, e o Destino aparenta ter uma forma de pensar própria, que constrata com o Arthur, logo, ele não consegue decidir fazer aquilo que quiser, ele tem que seguir uma lógica (Isso segue uma vibe Alien X de Ben 10), outro ponto é o seguinte fator: Arthur não possui Éter infinito. Ele tem uma grande reserva de Éter e conseguiu usar a quantidade de que tinha para derrotar Agrona e Cecília, mas, agora, contra uma raça inteira de Asuras puros-sangue, vai funcionar do mesmo jeito? Temos que ver ainda,

Me digam aqui embaixo o que vocês acham sobre isso:
Eu particulamente gostei das decisões tomadas pelo Turtle, principalmente, o fator: Não ter luta espetacular! É uma quebra de expectativa boa, todos os autores fariam a mesma coisa, luta épica, mortes, bla bla bla, fazer algo diferente, é legal para furgirmos do padrão dos manhwas ou mangás em geral, fiz um comentário mais abaixo com mais detalhes sobre a minha opinião sobre cada final, algo que gosto de comentar é que lutas fazem sentidos em níveis de poder mensuráveis, quando você chega nesse estágio de controle da realidade, tempo etc. Um nível de poder desses, lutas ficam meio sem sentido, por isso, que acho Sandman uma boa referência nesse aspecto, Capítulo 8; Hope In the Hell, é um ÓTIMO exemplo de uma luta entre entidades cósmicas que consiste numa luta de ideias e não porrada literal, lá funciona muito bem, aqui em TBATE, eu achei uma decisão bem fria por parte do Turtle, e muito boa:
Cecília sendo temida por 250 capítulos: A
Arthur: Independente irmão, pega a tesoura do pai.
Cecília: PERDEMO.

Traz um final justo aos personagens e na minha visão ficou bem aplicada na ideia da obra e fui inesperado. Eu gostei! Me digam o que vocês acham, se discordarem, está tudo certo! Apenas sejam respeitosos. Bora trocar uma ideia. =D

Baleygr
Visitante
Baleygr
24 dias atrás
Resposta para  Victor Arthur

O problema foi o uso desse poder, o momento. É um poder apelão demais pra ficar usando antes da parte final da história, ainda mais lidando com o principal vilão da obra até aqui (agrona). Bastava ele ter dado uma compreensão parcial para o prota e ir desenvolvendo ao longo da trama, aí ele ficaria só com um boost nas habilidades para lutar contra o agrona e Cecília.

As comparações que você fez nem fazem sentido. Sandman não é uma história sobre batalhas, acho que o Sandman nem sabe lutar direito (vi só a 1 temp), então aquilo fez sentido dentro do contexto da história. Vi você falando do Kenjaku também, mas até hoje eu não vi ninguém que tenha gostado daquela morte seca e sem graça dele.

Sobre as mortes de Cecília e Nico, vai de opinião, mas eu não curti também. Foram dezenas de capítulos trabalhando esses dois, pra terem um final desses? Nem uma conversa, uma batalha, um pensamento dos dois? Só um valeu flw, agora não fazemos mais parte da história? Até hoje a gente não sabe direito o que é o Legado, e dependendo do autor nós nem saberemos mesmo, só se ele fizer o Agrona explicar alguma coisa.

Vi que você gosta de TBATE, eu também gosto, mas não precisa enfeitar demais as decisões dele só por causa disso.

Caos Tolo
Visitante
Caos Tolo
24 dias atrás
Resposta para  Baleygr

naaah, vcs que querem achar defeito em tudo, esse capitulo foi legal demais man…

Victor Arthur
Membro
Victor Arthur
24 dias atrás
Resposta para  Baleygr

As comparações que fiz, são formas de traçar paralelos com características de outras obras que possuem elementos que funcionam de forma muito parecida as que foram usadas aqui em TBATE, é uma forma de explicar o porquê de ter gostado das decisões de roteiro feitas pelo Turtle, usando outras obras como parâmetro de qualidade, afinal, Sandman é considerado uma das HQs mais importantes da história.

Um ponto, Sandman é uma história que de fato, não se baseia em batalhas, apesar delas existirem (Arcos 6-8) das HQs possuem cenários de batalha onde o Morpheu demonstra que possui um poder de combate sim, o que mostra um impacto maior dessa lógica da primeira luta contra o Lúcifer (Segue abaixo um SPOILER de Sandman:

Sandman: Vingaçanda do Lúcifer.
Esse impacto da primeira luta é tanto, que a vingança do Lúcifer contra o Morpheus, é entregar a chave do inferno para ele, porque assim ele ficaria responsável por cuidar e administrar o inferno, o que gera diversos problemas para o Morpheu, e dai, o Lúcifer vêm para a terra e passa a viver como o Lucifer da série da Netflix (que foi baseada justamente nesses quadrinhos da Vertigo, posterioemente, da DC)
. Esse paralelo é uma questão de roteiro semelhante que funciona bem no primeiro cenário (Sandman) e que foi usado em TBATE de um jeito diferente, adaptado à obra no caso, mas que funciona bem. Não estou dizendo que foi intenção do Turtle tomar como referência Sandman, mas, a lógica das “lutas” é parecida. Por isso, eu comparei ambas as obras.

Segundo ponto: Já tinha sido confirmado pelo Turtle que este seria o último ou penúltimo volume da obra, logo, estamos na reta final da obra como um todo, especialmente, vendo os últimos capítulos, Agrona colocou seus planos em prática para derrubar a terra dos Asuras e Kezzess, Kezzess fez o acordo com o Arthur para proteger Dicathen em troca do conhecimento dele em Éter, Arthur conseguiu o acesso ao poder do Destino, a obra já está se encaminhando para o final em diversos pontos, logo, faz total sentido o Arthur chegar nesse nível de poder agora, principalmente, se ele tiver que enfrentar uma raça inteira de Asuras, não podemos esquecer que tecnicamente o inimigo principal do Arthur, é Kezzess, e não, o Agrona. Agrona foi o principal antagonista até agora, por causa, da guerra entre Alacrya e Dicathen, mas, no final das contas, o maior problema é a mente maníaca de Kezzess (ou pelo que vimos no penúlltimo capítulo, relativamente lúcida, mas, um pouco controladora demais), ele é o vilão final da obra, e ele é simplesmente o Lider do Clã mais poderoso de Asuras, se o Arthur quiser tiver alguma chance, ele precisava chegar nesse nível de poder.

O comentário relacionado Kenjaku, foi apenas mais uma comparação sobre a similaridade entre as mortes e arcos dos personagens, foi um paralelo ao fato de ambos serem personagens racionais e estrategistas e terem sido derrotados de forma “inesperada” (até o momento, falo isso, porque enquanto as obras não terminarem, sempre está aberto a possibilidade deles planejarem mais alguma coisa), essas mortes são choques interessantes nas expectativas dos personagens, esperavámos um baita plano de Agrona para derrotar Kezzess, uma luta espetacular que alteraria aspectos do mundo, etc, etc. Para no fim, um corte de fios, ser o suficiente para derrotar aquele que foi o líder da revolução contra os seres mais poderosos deste mundo, percebe o quão quebra de expectativa isso é? Com Kenjaku foi a mesma coisa, ele morreu para o Takaba/Yuta, esperado? De jeito nenhum, isso, é uma fuga do clichê do personagem super-genial e seu plano mirabolante de diversas fases e etapas. Um roteiro que era previsivel… E no final, não foi o que esperavámos, Pode ser demérito do Turtle, não ter usado o potencial do Agrona para melhorar a qualidade da obra? Pode, tanto que diversos fãs ficaram chateados justamente por isso, mas, e se for tudo parte de outro plot? Percebe que falar sem certezas, só gera perguntas sem respostas? Se basear no que ocorreu até agora apenas, gera um cenário que este fim foi surpreendente e que tenha impacto positivamente na ideia da obra (que se de fato, foi o fim dele).
Concluindo: Seu ponto sobre o Turtle dar compreensão parcial para o Arthur, com um boost temporário de habilidades, poderia ter sido uma boa decisão, para equilibrar as coisas um pouco melhor, realmente é um bom ponto, funcionaria legal. Mas, acho que não foi o caminho escolhido por causa potencial do Legado, se a Cecília conseguiu usar o Éter a favor dela, quando absorveu mana da Sylvie no capítulo da btalha do Chifre de Exeges, e conseguiu usar a mana para forçar o Éter naquela luta contra o Arthur, se o Arthur estivesse apenas com um pequeno boost, o mesmo poderia se repetir e ela ficaria ainda mais poderosa. E Legado já foi explicado em diversos momentos, como sendo algo que até os próprios ASURAS temem, por gerações. Faz sentido total, não sabermos sobre o seu funcionamento ainda, provavelmente, nessa ida para Ephestous, veremos mais sobre a cultura asura, ai, poderemos entender melhor, as explicações têm seus tempos adequados para virem, é necessário entendê-los.

Baleygr
Visitante
Baleygr
24 dias atrás
Resposta para  Victor Arthur

Entendi, irmão. Eu ainda discordo do teu ponto de vista, mas respeito. Vi um comentário na gringa falando de uma possível integração do Arthur com o éter, seria muito foda ver isso como parte da compreensão do Destino também. Para mim, existiam diversas alternativas mais legais para o autor trabalhar esse poder, mas é isso. Se a história tiver um bom final, provavelmente eu nem vou lembrar disso e nós dois ficaremos felizes kkkkkkkk

AQULEA PESSOA
Visitante
AQULEA PESSOA
23 dias atrás
Resposta para  Baleygr

Acho que já foi explicado de um jeito bem leviano o que era o legado, se eu nn tô enganado é como se fosse a alma da Cecília que ficava reencarnando e polindo e mantendo seu poder com o passar das vidas, isso sem o controle dela, posso ter falado uma merda gigantesca aq, pq nem me lembro se eu realmente vi isso

Vitor
Visitante
Vitor
20 dias atrás
Resposta para  Baleygr

Parabéns, falou muito, é muita merda 👏👏

⦕ Lok1 ⦖D
Membro
⦕ Lok1 ⦖
24 dias atrás
Resposta para  Victor Arthur

Acho bem mais interessando e condizente com as características da obra o destino ser algo muito difícil se de ler e “controlar”. Se ocorresse o caso do destino ser overpower, seria algo que poderia facilmente se tornar banal, tipo o que aconteceu com éter. De primeira o Art com núcleo de éter era imbatível, mas depois vimos que a própria mana poderia rivalizar, o que tornou os poder do Art não tão impressionante e soberano. O destino tem que ser a mangum opus do Art.

Victor Arthur
Membro
Victor Arthur
24 dias atrás
Resposta para  ⦕ Lok1 ⦖

ÓTIMO ARGUMENTO!! Concordo totalmente com a sua analogia sobre o avanço do poder do Éter e como o Destino deveria ser o pico de força da obra, faz sentido total, não tinha pensado por este lado. Creio que o Arthur apesar do uso de hoje, terá certa dificuldade de lidar com o Destino ainda, por causa da consciência própria que o Destino/Éter aparenta possuir, talvez, ai surja uma resistência nesse aprendizado, mas, ainda é apenas um “se”, de fato, você fez uma ótima observaçao.

Deivid GabrielD
Membro
Deivid Gabriel
23 dias atrás
Resposta para  Victor Arthur

Eu acho que isso de fato vai acontecer, a “luta” que aconteceu nesse capítulo pode ter sido só aquele “pico de adrenalina”, pô o cara acordou e viu o principal inimigo dele prestes a dar um sacode nele e em todo mundo, isso deve ter feito ele usar meio que inconscientemente ou algo assim, posso estar falando abobrinha mas eu entendi dessa forma

Shelton
Visitante
Shelton
22 dias atrás
Resposta para  ⦕ Lok1 ⦖

Como é que o éter tornou-se algo banal🤔?
Pois assim que Arthur começou a manipular o éter ele só teve que enfrentar adversários com um controle absurdo sobre a mana e para enfrentar esses adversários absurdos o Arthur só tinha adquirido 5 feitiços eterios contra adversários que tem um leque de feitiços poderosos para usar conta ele.
Só pra dizer que ele está se saindo muito bem com essa escassez de versatilidade que ele possui que ele não fique nessa por muito tempo!

ZoeiraD
Membro
Zoeira
6 dias atrás
Resposta para  Victor Arthur

Concordo com tudo que vc falou cara, eu tambem ja havia comentado sobre isso, nao tem como o poder nao ser overpower fazem +-200 capitulos que foi estabelcido o nivel do eter e como o destino seria incrivel, e desde o inicio falam sobre o eter nao poder ser controlado, apenas influencido, num dos desafio de djin que o Arthur enfrentou foi dito que a relação do eter e o Arthur era algo como um laço de irmãos, enquanto os djin poderiam apenas ser amigos, turtle desde o inicio deixou claro a força do destino, nao tem pq reclamar, mas é claro essa é minha opiniao e cada um tem a sua, no geral adorei o capitulo e estou triste que TBATE está chegando ao fim, mas toda obra precisa de um.

Johnny
Visitante
Johnny
25 dias atrás

É só isso? Essa foi a minha reação com a derrota da Cecília e do agrona, eu falei uns capítulos atrás que não conseguia ver como esse bagulho de destino ia ser usado em batalha, confesso que foi bem frustante, puxa umas linhas e vai de base o legado, puxa outra e deixa o agrona um dos caras mais picas da obra todo fudido, aí chega o kezzes , o bagulho do destino sumiu e não menciona nada se ainda pode ser usado, duvido nada que lá em epheutos os outros clans se juntem ao Arthur pra derrubar o kezzes, e pronto acabou a obra , acho que não vai ter nem outro volume vai acabar nesse mesmo, eu esperava uma luta épica, mas vendo esse capítulo eu acho bem difícil kkk

Baleygr
Visitante
Baleygr
25 dias atrás
Resposta para  Johnny

Exatamente, mano. Eu esperava que ele só tivesse 100% da compreensão do Destino no final da obra, pra dar tipo um golpe final numa luta épica, até pq é um poder muito apelão pra ficar usando desse jeito. Ninguém quer ver o protagonista resolvendo as coisas desse jeito simples e preguiçoso.

Parando pra pensar depois de ler o capítulo, também fiquei muito decepcionado com essa segunda guerra entre alacrya x dicathen. O autor ficou um tempão preparando o terreno para esse momento e ele entrega uma guerra curta e com um final sem graça.

Gosto muito de TBATE, foi a obra que me fez gostar de ler, mas é preciso reconhecer que o autor ainda é amador e comete muitos erros em vários aspectos da história. Dito isso, continuarei lendo porque quero saber como a história termina, mas eu não tô com uma expectativa alta, infelizmente.

victor
Visitante
victor
7 dias atrás
Resposta para  Baleygr

cara as expectativas eu coloco como alta ss msm que o turtle ele msm sendo amador como vc disse conseguiu entregar um power level do arthur nao da cecilia (que porra perdi o nucleo e agr fiquei overpower ne)ele nao forcou muito e barra em varias das ocasioes sempre era plausivel o arthur derrotar tal personagem e sendo sincero so a “luta final” foi broxante entao eu tou com no minino um espectativa interessante sobre como ele vai terminar a obra

Baleygr
Visitante
Baleygr
6 dias atrás
Resposta para  victor

Pior que eu tô bem curioso também. Provavelmente o vilão vai ser o Kezzes agora né, e eu acharia meio paia ele usar o Destino na luta de novo. Na minha opinião, esse poder é um tiro que só tem como dar uma vez, se não as coisas ficam muito previsíveis.

Tô torcendo demais para que o Turtle busque soluções criativas para encerrar essa obra. Como já falei aqui, gosto muito de TBATE e seria muito triste ver um encerramento tão pau mole quanto puxar uns fios kkkkkkkkk

⦕ Lok1 ⦖D
Membro
⦕ Lok1 ⦖
24 dias atrás
Resposta para  Johnny

Cara, pelo amor de Deus, como tu esperava uma luta épica com o cara controlando o DESTINO ? Tu realmente achou que ele iria ficar de lutinha com Agrona sendo que ele pode cortar o fio do destino do malandro e deixar ele fudido ? Acho que o boss final vai ser o Kezzes, e ali sim, vamos ter uma luta épica com o Art usando o destino no finalzinho pra da o instakill na lagartixa.

Johnny
Visitante
Johnny
24 dias atrás
Resposta para  ⦕ Lok1 ⦖

Eu esperava, e o autor que se virasse pra entregar uma luta, até porque não teve luta

cotonete
Visitante
cotonete
25 dias atrás

E triste agrona cair assim só pq o cara puxou umas linhas, foi sem graça eu sabia que essa parada de destino ia ser broxante. O cara treinou pra carai em 2 vida para chegar quase no fim e puxar umas linhas, tá soltando pipa será? O certo msm seria ele deitar esses caras na porrada msm. Triste

Johnny
Visitante
Johnny
25 dias atrás
Resposta para  cotonete

Falou tudo meu mano

Victor Arthur
Membro
Victor Arthur
26 dias atrás

Senhoras e senhores!! TBATE está chegando ao fim. E neste capítulo, tivemos vários fins, vamos analisar alguns deles.
Primeiro, Arthur ter esgotado seu núcleo de Éter faz total sentido após ter ficado um tempo gigantesco se escondendo, criando diversos lugares falsos, e o principal usando diversas de suas runas dentro da pedra-chave e todo esse tempo usando a pedra-chave. Ponto importantíssimo e totalmente lógico.
Nico: Como o próprio Arthur disse: “Ele não merece redenção, e muito menos aceitação”
O Nico sempre foi um personagem cego por vingança e totalmente obcecado pela Cecília, e no final, morreu tentando proteger a Cecília, muitos vão o chamar de Obito 2.0, Gado, etc. etc. E estão corretíssimos! MAS, permita-me trazer uma analogia que tenho sobre o personagem. Nico é um exemplo simples de como um humano pode-se cegar na procura de um objetivo ou meta pessoal, no caso dele, amor. Todos nós temos um objetivo sobre a vida, enriquecer, tornamos-nos referência em algo, salvar vidas, ajudar os outros, etc. E todos trilhamos nossa vida em busca desse objetivo, a questão é que existem várias pessoas que não tem culhões para ir até o final na procura por seus objetivos. Ai que entra o ponto, por outro lado, existem aqueles que procuram fazer tudo ao seu alcance para conquistar o seu objetivo, e Nico é um desses personagens, ele foi um orfão abandonado, sem dinheiro e sem amigos. Viu uma pessoa que o tratava com carinho e que lhe respeitava, e acabou criando sentimentos como qualquer ser humano já fez em sua vida, e também, viu essa pessoa criar sentimentos pelo seu melhor amigo que não a correspondia, e se viu numa posição de cheque, e decidiu que seu objetivo seria ter uma vida feliz com Cecília, se dedicou tanto que reencarnou em OUTRO MUNDO, fez bascamente um contrato com uma divindidade para tentar cumprir esse objetivo. Matou milhares de pessoas para fazer isso, e no final, não conseguiu conquistar o objetivo… Como milhares de humanos não conseguem… Morreu tentando proteger o “objetivo da vida” dele, tudo bem que é por causa apenas de uma mulher, mas, entendam que para o Nico, era a salvação dele, o personagem via a Cecília como um porto-seguro, um motivo para lutar essas guerras. Ele ter morrido ao lado dela, me parece um final digno ao personagem, frio, sem redenção. Totalmente justíssimo. É injusto com os personagens se eles tiverem “redenções” e um caminhar para o horizonte num final feliz, não faria sentido. Esse final “rápido e frio” me pareceu adequadissimo, afinal, quando se tem o poder de literalmente MANIPULAR O DESTINO DA REALIDADE, não existem inimigos reais. E o Arthur chegou nesse nível, através de uma jornada épica, e muito bem construída, por isso, adorei a ideia filosófica no fim destes personagens e o principal, a frieza do racíocinio do Arthur.
Vamos para o final da Cecília, a criança com o poder de matar divindades com as próprias mãos, e que no fim, percebeu que o tempo e o destino não podem ser derrotados, algo que todo humano percebe em algum momento da vida, todos vivemos, crescemos e lutamos para tentar lutar contra o tempo, Cecilía fez a mesma coisa, mas, ela quase chegou lá, já fiz um comentário há vários capítulos atrás falando sobre a Cecília com mais detalhes, elaborando a visão da personagem e o arco dela, com diversos paralelos com o Arthur, mas, vamos analisar de uma óptica, sua busca pelo sossêgo, mais um caso de uma criança pobre, sem família e orfã, todos os três personagens principais vêm das mesmas condições, o que diferenciou os caminhos deles, foi nada mais do que suas visões de mundo, um exemplo claro de Jornada do Heróis vs Vilão (ou nesse caso, vilões), cada um dos três teve sua característica diferente e a obra evoluiu das diferenças que estas, fizeram no mundo. Arthur foi um aprendiz dedicado, Cecília foi criada para ser uma arma de destruição em massa com potêncial interminável, Nico foi um personagem obstinado ao seu objetivo pessoal e racional.
A questão da Cecília é que ela assim como o Nico, era cega por um objetivo, esse objetivo era ter uma vida calma e feliz, a diferença crucial entre ambos é: Cecília tinha o poder suficiente para conquistar isso, mas, não tinha a inteligencia, o racional. Nico tinha o racional, mas, não tinha o poder. E ambos careciam de uma coisa: Maturidade. (Ponto principal que o Arthur tem, comentarei mais sobre isso em breve) É justamente aqui em que o arco da Cecília se difere, ela foi criada como arma, lutou como uma arma, obecedeu como uma arma, e morreu como humana, na primeira vez que ela decidiu não ser tratada como uma arma. E novamente, num final frio, sem redenção, sem final feliz, apenas um olhar e uma fala, nada mais do que isso. Para uma criança que possui o poder absoluto sobre a mana, portadora do Legado, um poder temido entre gerações de asuras, capaz de transitar mundos e realidades deve ser como engolir em seco todas as mágoas de duas vidas inteiras de matanças e dores, e o pior: Vindo de uma pessoa que um dia você amou, a Cecília teve o arco mais trágico possível, ela não conseguiu seu final feliz, não conseguiu matar o Arthur (que foi por muito tempo seu objetivo), não conseguiu servir Agrona, não conseguiu salvar Nico, mesmo sendo a personagem mais poderosa mais temída da obra inteira por 450 capítulos. É a trajetória de um humano qualquer, que vive uma vida inteira, tentando lutar contra o tempo e a realidade, mas, a barreira natural do tempo ou no caso da obra, o destino chega e dá um banho de água fria em toda a sua luta. Digo e repito, Turtle queria criar uma personagem obstinada, mesquinha pelo seu objetivo, e o pior, extremamente poderosa que iria fazer tudo o que estivesse ao seu alcance para cumprir seus objetivos, e ele conseguiu, e o pior, ele criou uma personagem que todos odiaram/odeiam por muito tempo, sabe por quê esse ódio? Porque Cecília é um humano como todos nós, mesquinhos pelo próprio desejo pessoal, quantas pessoas vocês já não conheceram que eram cegas por algo e que não conseguiram conquistar tudo isso? O final dela, ser frio e rápido, sem comemorações, sem luta espetacular, apenas um simples e fácil: Perdão, mas, isso é um adeus. Foi JUSTO! É um ponto final, literal e figuritivamente para a personagem. E me lembra bastante a ideia de Sandman vs Lúcifer em Sandman, os seres mais poderosos dos seus planos, literais entidades cosmicas: Arthur, aquele que controla o destino vs Cecília, o poder absoluto sobre a magia, a arma perfeita. Não foi uma luta, foi uma briga de ideias que literalmente alterou para sempre os fios que regem a realidade. E no fim, o aprendiz derrotou o poder absolulo ou melhor, o esforço derrotou o talento. (Novamente, digo, um final ótimo!)

Vamos ao nosso querido Agronegócio, nosso caro, Agrona. Não chegamos exatamente no seu final, creio que teremos mais sobre ele ainda, mas, esse momento do arco dele, me pareceu muito com o arco do Kenjaku de JJK, dois personages de extremo potencial intelectual, dois planejadores de alto calibre, e que tiveram (até o momento) mortes inesperadas e frias. Agrona diferente dos três acima, é uma divindade, o poder é algo que não falta, o tempo é algo que não acaba, um motivo para vida? Porque eu me importaria com isso, se somos praticamente imortais. Essa é a ideia do personagem, a diferença do Agrona é que ele é um cientista (falo por uma perspectiva de uma criança que cresceu sonhando em se tornar cientista), um personagem obstinado por procurar conhecimento, entender a natureza, os porquês das coisas serem como sãos, como Odin disse em GOW 4: Mortais procuram nos Deuses, seus motivos para viver. E os Deuses procuram seus motivos para viver em quem ou no que? Para Agrona, é o conhecimento e o poder que isso trás. Novamente, um clássico duelo entre objetivo vs realidade. Um arco de alguém a procura de algo, lutando contra o tempo, Agrona possuia poder e tempo para estudar raças, civilizações inteiras, mudou aspectos de vidas inteiras, espécies inteiras. Criou um literal império, matou milhões, fez genocídios. E mesmo assim, o aspecto natural das coisas ou como foi reforçado nos últimos capítulos: A ordem natural das coisas. Cientistas como Agrona, tentam estudar o mundo ao seu redor, geralmente, motivados por dois motivos: Curiosidade ou Medo. Ambos interligados entre sí, curiosos sobre como as engrenagens da realidade funcionam e atuam sobre nós, e medo de como essas atuações podem nos prejudicar, e facilmente, exterminar nossas vidas. A diferença é que Agrona não é um humano, ele é um Deus, a procura do conhecimento sobre essa realidade, (na minha perspectiva os asuras são os melhores exemplos dos humanos, e os menores são como formigas, ferramentas para o estudo e vivência deles) Agrona tentou de tudo, para entender o Legado, cria-lo, trazê-lo ao seu mundo. E usa-lo para vencer seus inimigos para que assim, ele pudesse entender o universo. Mas, novamente, o tempo bateu, e a barreira natural das coisas chegou, como o Kenjaku que teve um arco semelhante, se deu pelas mãos de um dos protagonistas e de forma fria, Agrona, como um cientista louco, curioso sobre o mundo e medroso sobre não conseguir entender o mundo ou pior, ser destruído por “formigas” ao seu olhar, ironicamente, teve o fim pelas mãos de uma, Arthur num simple “corte” seco no final do Destino de Agrona, derrotou o então, Deus. Godslayer, mantém-se como sua alcunha, É como um ponto final dando fim a uma história, simples, seco e gelado. Sem mais, nem menos, o Agrona, o cientista louco, aquele que matou civilizações para estudar o mundo, foi derrotado. E pelo visto, perdeu sua capacidade de usar mana.

Vamos para o GOAT, Arthur Leywin, resumir o arco desse cara, é uma tarefa complicadíssima e que me custaria mais algumas horas de escrita, mas, vou tentar sintetizar numa metáfora que acho interessante, o Arthur é um aprendiz da vida, a ideia principal dessa obra inteira, é isso: Aprender com os seus erros, e achar os “começos após os fins”, sendo esses fins, seus erros, tropeços e problemas em sua vida. Arthur cresceu como orfão, foi treinado e lutou como um guerreiro, protegeu como um Rei, pensou como um cientista, e liderou como um governante. A junção de postos de diversos outros personagens (um conceito de roteiro que acho interessantissimo), Arthur é o clássico “Broken Ace” (Ás Quebrado), o gênio, super talentoso, mas, que não vence, que apenas quebra, TBATE é a descontrução do às, é a sua quebra, vimos o Arthur estudar, crescer, lutar, errar, aprender com os erros, se tornar mais forte, perder, errar, aprender com os erros novamente, se tornar mais forte novamente, e perder novamente. O esforço contra a própria realidade. E no fim, ele aprendeu: Eu não consigo mudar o destino. Arthur é um personagem que não importa o quanto corra, não consegue chegar na linha de chegada, assim como Agrona, Cecília, Nico etc. Tem seu objetivo, diferente dos outros, é capaz de engolir seu ego e aprender para melhorar e continuar a correr para a linha de chegada. MAS, ainda não é o suficiente, ser um mago-quadra-elementar, prodígio militar, um Rei de duas vidas de experiência, um lutador de artes marciais e esgrima formidáveis, um mago de alta casta, portador de runas divinas, controlador dos própios aspectos da natureza, como tempo, espaço e vida. E agora, portador do próprio Destino, parece que mesmo após isso, ainda não é o suficiente, afinal, ele ainda não chegou na linha, ele tem que enfrentar literais Deuses em suas casas para conseguir chegar na sua linha de chegada e no seu final feliz. Veremos nos próximos capítulos. (DIGO MAIS, MINHA ELFA BURRA PREFERIDA VOLTOU PORRA!! A PROMESSA NÃO FOI QUEBRADA, OBRIGADO TURTLE! O capítulo 212 precisa ter seu arco finalizado, a Rainha está de volta!)

Última edição 26 dias atrás por Victor Arthur
Marcos Vinícios de Moraes
Membro
Marcos Vinícios de Moraes
26 dias atrás
Resposta para  Victor Arthur

Caramba homem! seu comentário é tão grande quanto um capitulo do Turtle hahaha.
Mas em respeito vou ler aos poucos, parceladamente.

Anônimo
Visitante
Anônimo
25 dias atrás
Resposta para  Victor Arthur

Comentário magnífico, deve ter dado muito trabalho enteder a magnitude de cada personagem e descrever isso em palavras.

Yana AdrianeD
Membro
Yana Adriane
25 dias atrás
Resposta para  Victor Arthur

Cara… Eu conheci tbate no meio da pandemia e me apaixonei, li a novel até o cap 295, mas parei por uma série de razões, nunca dropei de fato, mas não tinha ânimo pra voltar a ler então só acompanhava os spoilers e lia alguns cap esporádicos. Hoje descobri que a Tessia finalmente voltou e decidi ler esse como mais outro “capítulo esporádico”, mas agora depois de ler seu comentário eu senti uma vontade de ler de fato a novel. Não só ler cap esporádicos, mas ir até o final de novo. Me fez lembrar o porque essa obra apesar de tudo é a minha favorita. Então, obrigada!

Caos Tolo
Visitante
Caos Tolo
25 dias atrás
Resposta para  Victor Arthur

faço de suas palavras as minhas, o capitulo foi sensacional!!!
(vendo alguns comentarios de outras pessoas, para quem acha que só foi “puxar uns fios”, não se esqueçam que nenhum ser em TBATE consegue/conseguiu fazer isso, isso vai muito alem da compreensão simplistas de vcs)

(NOSSA DEUSA ELFA VOLTOU UHUUUUL)

AQULEA PESSOA
Visitante
AQULEA PESSOA
23 dias atrás
Resposta para  Caos Tolo

Só tive que esperar duzentos capítulos 🥹🥹🥹kkkkkkkk

Allana
Visitante
Allana
19 dias atrás
Resposta para  Victor Arthur

Massa sua analise, mas só continuo preferindo a Caera do q a Elfa, hahahahah! Queria uma história legal com ela.

caboquinhobr
Membro
caboquinhobr
19 dias atrás
Resposta para  Victor Arthur

uma curiosidade minha, você tirou quanto na redação do Enem?

Victor Arthur
Membro
Victor Arthur
17 dias atrás
Resposta para  caboquinhobr

Nunca cheguei a fazer ENEM. =0 Fiz vestibulares próprio das universidadeS (UFSC e UDESC).

kaue
Visitante
kaue
15 dias atrás
Resposta para  Victor Arthur

acredito que tbate vai demorar muito ainda pra acabar de fato. Turtle sempre gostou de coisas complexas, provavelmente vai haver algum plot twist ou algo que não sabemos ainda. Tem muitos personagens que ainda serão desenvolvidos, como as lanças ou até mesmo os alacryanos, enfim, provavelmente há muito o que rolar.

Kill
Visitante
Kill
26 dias atrás

Acho que fui a única pessoa que realmente torceu pela morte da Tessia… Não precisava dela de volta… Morre logo….

clã lewyin
Membro
clã lewyin
25 dias atrás
Resposta para  Kill

🖕🏼🖕🏼

AQULEA PESSOA
Visitante
AQULEA PESSOA
23 dias atrás
Resposta para  Kill

Cara, concordo totalmente contigo
Tbm acho que vc foi a única pessoa a torcer pela morte dela

Allana
Visitante
Allana
19 dias atrás
Resposta para  Kill

Eu torci também, pq queria ele com a Caera, apesar de saber q n faria muito sentido. Hahahahaha! Gostava da Tessia, mas o romance empacou com o tempo, além disso, ela parece q só fez burrada.

Btunotag
Visitante
Btunotag
26 dias atrás

Fiquei muito decepcionado com esse capítulo, esperava mais.

JvXdGamer
Visitante
JvXdGamer
26 dias atrás

Tava pensando em uma ideia mt viajada aqui: que caso o Arthur usasse a última pérola nele e talvez recuperar núcleo de mana (já que não tem um empecilho chamado Cecília pra sugar a mana) poderia utilizar o Requiém de Aroa junto com os fios do destino (caso tenha algum fio ligado a ele) no núcleo da Sylvia pra talvez recuperar o static void.

Ou sla ele só tem um insight sobre o caminho do aevum igual teve com a destruição e recuperar.
Adendo: eu sei q é mt viajada mas eu queria mt que ele tivesse dnv esse núcleo e também poderia o mesmo ter uma vantagem contra o Agronegócio e o Kezzão 🙁

Vitor-samaD
Membro
Vitor-sama
26 dias atrás
Resposta para  JvXdGamer

Agronegócio é foda kakakakaak Só que o núcleo de mana iria interferir no núcleo Éter, o interessante seria a compreensão e conexão com o Éter a partir de agora ser tão forte q ele interaja com a mana facilmente

God Grid
Visitante
God Grid
25 dias atrás
Resposta para  JvXdGamer

Acho q talvez mais pra frente com foco em epheotus, e algum possivel novo inimigo ashura de outro clan se aliando ao agrona, ou até mesmo um plot c kezzes se voltando contra o art e se aliando ao agrona. Digo isso pq contra um inimigo que tambem controla eter como os dragoes Art talvez precise assimilar eter e mana pra ficar mais poderoso formando talvez a quarta camada do núcleo sendo de mana usando a pérola.

Gabryel Henryke GHD
Membro
Gabryel Henryke GH
26 dias atrás

Para quem leu e entedeu mais ou menos esse cap e ficou meio leigo (como eu kkkkk), eu vou deixar o titulo do video de um cara que explica certinho e de uma forma bem simples sobre o que aconteceu nesse cap (não sei se da pra colocar o link aqui mas deixarei pelo menos o titulo desse video para vcs assistirem), só pesquisa no youtube
“TREM Arthur vs Agrona a LUTA QUE ABALOU O FIRMAMENTO DO MUNDO!”
Enfim, que capitulo foda meus amigos, foi um bom final, podemos dizer que foi agridoce mas foi um bom final de volume, agr só em julho que voltará essa obra ¬_¬ >_< =[
foi um prazer ler essa obra até aqui!
Enfim, nos veremos denovo em julho, até lá, temos o manhwa para vermos,
Até mais rapaziada!

Cachorro samurai
Visitante
Cachorro samurai
16 dias atrás
Resposta para  Gabryel Henryke GH

Eu acho que conheço esse youtuber

pingola mole
Membro
pingola mole
26 dias atrás

acho que o art vai encontrar a mãe e a irmã dele, depois vai ficar apagado por uns 3 dias para recuperar o eter paa ter um conversa com kezzes, onde ele vai naquele ritual muito louco do kezzes para entender sobre eter
tem aquele maluco que deu as pérolas para o art, talvez ele ajude agrona
uma última coisa, Arthur perdeu o poder do destino ou so ficou sem eter?

MonobolaD
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Monobola
26 dias atrás
Resposta para  pingola mole

Só ficou sem éter mesmo . Tatakae

Fullmetal
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Fullmetal
26 dias atrás

Não gostei desse capítulo.
O final Cecília/Nico, toda a construção dos personagens, evolução deles(ISSO MESMO),pra terminar assim, sem mais nem menos.
Agrona, a vida toda trabalhando nisso pra no final meter o f0dace pro legado parece sem nexo. Fora que a grande e esperada luta contra o arth foi “decepcionante”.
Esse negócio de cortar os destinos também não dá … ele fazer isso como “um golpe final” pra história até ia , mas pô , não acabamos, pra continuação não me parece mt interessante.
É isso , apesar do capítulo ser MUITO bem escrito, me pareceu que rusharam demais tudo . Confio no tartaruga , afinal o homi é o autor da minha obra favorita, mas esse capítulo me deixou um gosto amargo na boca.

Baleygr
Visitante
Baleygr
26 dias atrás
Resposta para  Fullmetal

Compartilho da mesma opinião, parece que o autor quis apressar muito as coisas. Se ele não tomar cuidado, o final da obra pode ser bem decepcionante

Allana
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Allana
19 dias atrás
Resposta para  Fullmetal

Tb achei muito rápido o fim de 2 personagens tão importantes. Quase o fim de toda a trama se resumiu ao corte de fios. Simples, secos, sem graça. Não combinou com o resto tão bem elaborado.

Kanmilly
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Kanmilly
26 dias atrás

Não sei o que sentir sobre esse capítulo

Antônio Icaro
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Antônio Icaro
26 dias atrás
Resposta para  Kanmilly

Compartilho do msm pensamento já fazem 2 dias…

Noite
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Noite
26 dias atrás

Tá porra o Arthur cortou um fiozin de nada e literalmente todos os alacryanos quase que vão de arrasta
Se ele recuperar o poder pra ele mesmo sem precisar do destino estar ligado a ele é gg
Ninguém vai poder fazer nada, imagina o kezess tomando vários desse

kaue
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kaue
15 dias atrás
Resposta para  Noite

é provável que ele recupere esse poder lá pelo fim da obra

a284
Visitante
a284
26 dias atrás

A impressão que eu tenho é que aconteceu tanta coisa nesse capítulo, tanta informação, tanta novidade, que acabou deixando tudo meio broxa. Tipo aquela frase “quando tudo é bom, nada é bom”

Allana
Visitante
Allana
19 dias atrás
Resposta para  a284

Isso!!! Tinha capítulos chatos q a gente lia e lia e nada acontecia, um porre. Já esse… ele colocou coisa demais, finalizou coisas grandes de forma muito simples. Sem graça.

Roberto da Silva Luz
Membro
Roberto da Silva Luz
26 dias atrás

Foi um capitulo sensacional, isso não podemos negar.
Mas o Tartaruga Sensei escolheu alguns caminhos(etéreos ^_^) não muitos legais para alguns desfechos. Dava para ter deixado esse capitulo bem melhor em sentido de drama e emoção.
E uma delas foi o desfecho sem sal de Nico e Cecília.
Eles mereciam morrer? Claro, pelo menos umas 500 vezes, mas morreram de uma forma sem graça, sem sentido. Digo, a morte do Nico até fez sentido apenas “no quesito como morreu”, mas…foi sem graça.
A da Cecília é ainda pior.
Obviamente ao cortar a ligação do espirito dela com o corpo de Téssia resultaria em morte mesmo, mas…novamente, foi sem graça.
Essa lutava tinha que ter acontecido durante alguma batalha para que a mesma ficasse infinitamente mais emocionante, mas aconteceu às escondidas.
Nico e Cecília poderiam ter tido um pouco mais tempo para, ao menos, morrerem tentando anemizar o tanto de cagada que fizeram.
No entanto, foi um excelente capítulo e certeza que a luta entre Agrona e Arthur ainda não aconteceu. Este foi, apenas um pequeno embate. Mas ainda acontecerá uma série de porradaria comendo de ambos os lados.

Legal vai ser ver quando a noticia que Agrona foi “derrotado” correr geral e ver a cara de bunda dos soldos dele sabendo disso…kkkkk

Última edição 26 dias atrás por Roberto da Silva Luz
Kretamor
Visitante
Kretamor
26 dias atrás

De alguma forma acho que esse não é o fim do Agrona, e a relação dele com a Sylvie vai se aprofundar no próximo volume.
Talvez algum tipo de acordo entre eles aconteça pra derrotarem o Kezzes

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